Redirecionamento

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Grécia


Imagens para sonhar, branco e azul combinam. El Greco Resort em Santorini. Vamos?!
















Boa sexta-feira.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Há 23 anos...


...Deus me presenteou com a benção da Maternidade. O pacote que recebi nos braços tinha olhos de jabuticaba, pouco cabelo e um tom de pele próprio das Gabrielas. Cresceu (não muito) tornou-se adulta, divertida, cabeça dura, ética e cada vez mais grudada conosco.

Foi uma criança independente. Terrível. Fugia para a casa da minha mãe em sua bicicleta rosa, subia nas árvores, dançava Michael Jackson, matava sapo, usou bota ortopédica, aparelho ortodôntico, fez conservatório de música, fez habilitação, aprendeu a pilotar moto, entrou na faculdade de Psicologia, vive as 'turras' com o curso, é amiga, verdadeira, manhosa, metida a mestre cuca e é nossa filha mais velha, mas tem horas que comporta-se como se fosse a caçula.

Aos onze meses já dava seus primeiros passos.

Aos sete parecia um gurizinho.

Quando completou dezoito anos, eu fui morar na Zâmbia e ela ficou em Minas. Medo, muito medo. Minha menininha de repente tornou-se mulher. Corajosa, numa cidade sem familiares, na faculdade, superando medos e aprendendo a ser gente grande.

A meninice foi ficando para trás.

Mas não muito. Em 2009 trancou um período da faculdade e veio ficar comigo.

Continua danada.

Tem pinta de mocinha. Faz gênero, finge ser alternativa, mas é pati. Nariz arrebitado, monocova, mãozinha pequena, perfumes e creminhos.

Chiclete do pai.

Parceira da mãe.

Acompanha as artes do pai.

Ajuda a mãe no dia a dia da(s) casa(s).

Com ele tudo é diversão.

Comigo pé no chão. Contas a pagar, notas da faculdade, broncas. Mas tenho sempre um cheirinho para ela.

Obrigada Senhor pela dádiva concebida. Se eu pudesse escolher um tipo de filha, ela seria tal e qual a Gabi é. Sem tirar nem por...hum...pensando bem talvez eu lhe desse uns 10 cm...e só.

Beijos filha, que seu dia seja abençoado. A mamãe sempre canta pra você dormir, mesmo de longe.

O Circo (Rita Lee)

Era uma vez um palhaço
Que andava sempre chorando
Por causa da bailarina
Que namorava o trapezista

Nem de pierrot nem de arlequim
Ela não via graça nele
Que se trancava no camarim
Até o circo acordar

Dentro do globo da morte
Alguém arrisca a vida
Por um minuto de glória
Pra esquecer toda tristeza

O engolidor de espadas quer
Arrepiar todo cabelo
E a obediência dos animais
Faz a platéia dizer oohh!!

Um dia a mulher barbada
Que era gamada no domador
Chamou o mágico e disse faça:
Abracadabra pra virar amor

Mas nem sempre é possível ter
Um final feliz pra animar
E lá no meio do picadeiro
O show não pode parar


terça-feira, 14 de junho de 2011

Je t'aime. Tous les jours!


Domingo amanheci indisposta e fui 'dengada' pelo maridão. Fizemos nossas refeições no Restaurante do Condomínio e o restante do dia ficamos 'emaranhados' no sofá entre pipocas e filmes infantis. Marido escolheu Rango e Legend of the Guardians. Delícia.
Para retribuir o zelo, preparei ontem bolinhos de chocolate com cobertura de brigadeiro. Huuuuuuum!
Para não ficar muito doce usei cacau da Nestlé, a graça ficou por conta do glitter comestível da Dr. Oetker.

Pouco sofisticado, mas com muito amor.





Com café extra forte fez uma dupla perfeita.



O conjunto da obra...rsrsrs.

Sobrou um pouco de massa e fiz dois brigadeirões cobertos com coco ralado e cereja marrasquino.

Desejo uma terça-feira bem docinha para todos nós.

Beijocas!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Mamãe está com dor de cabeça


Quem vai dar "pinta" hoje sou eu. Para quem não me conhece, eu sou a Chitara.

Sou fofa, brincalhona e muito, muito carinhosa. Moro no quintal, mas a Gabi me deixa entrar em casa quando chove, pois fico com medo. Meu escoderijo preferido é embaixo da cama da mamãe.

Aqui em casa tem a Fú, Fúmiga, que pensa ser um Fúbarão...Oh dó! De vez em quando corro atrás dela para mostrar que sou a dona do quintal.

Ela só tem 'panca', não é de nada.

Eu deixo ela ficar um pouco no meu quintal, mas só um pouco.

Logo ela baixa a cabeça e volta para dentro de casa que é o 'território' dela.

Tá bom!

Fique só mais um poquinho então, porque está frio e o solzinho da manhã está uma delícia.

Beijocas caninas!

sábado, 11 de junho de 2011

Amor à flor da pele

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Terminei...


...de ler o livro "O 11° Mandamento" é uma leitura densa, por vezes enfadonha para leigos como eu na área médica, a descrição de procedimentos cirúrgicos e anatomia humana deu-me essa sensação.
Em contrapartida, a descrição da Etiópia dos anos 60 e 70 não é muito diferente da que eu conheço hoje aqui na RD do Congo. Em alguns trechos pude montar em minha cabeça o cenário, visualizar a arquitetura, sentir revolta, medo e tristeza. O livro tem seus momentos de sensualidade, barbárie, amor, compaixão e fé. Consegue despertar várias sensações no leitor. Gostei.
Nas aulas de Francês temos nos aprofundado um pouco na história local do Congo através da vivência do nosso professor que é congolês. Percebemos a mágoa que ele têm dos belgas, das autoridades, do país que aprisiona seu povo na fome e na pobreza. Nossa região é rica em minério, boa parte da mão de obra especializada (para não dizer toda) é de expatriados. Da terra não sai alimento, não há tecnologia e nem sinal de que isso possa acontecer.
Para o povo fica emprego em áreas menos especializadas, o asfalto feito pela companhia, o hospital e outros benefícios. Mas a barriga de boa parte da população continua roncando, não há um dia eu que eu saia e não passe por um funeral, em sua maioria crianças.
Só Deus para ter piedade, porque se depender dos homens de pouca fé o futuro de alguns países da África continuará sendo o passado e o presente: fome e guerra civil mesclado a beleza natural e ao solo rico em minério. Noutro dia li no blog "Navegante do Infinito" da Astrid, a história da psicóloga brasileira Debora Noal (entrevista completa AQUI). Ela é um daqueles seres para o qual não achamos explicação, uma representação atual para o que talvez tenha sido os personagens do livro, Gosh e Hema.
Minha vida é 'bolinho' se comparada a tantas outras. O lugar em que vivemos não é dos mais fáceis, mas também tá longe de ser esse conhecido pela Débora. Ambas estamos nessa por vontade própria, cada uma escrevendo sua história. A minha registrada em forma de blog.
Se ela muda vidas humanas, nós mudamos a nossa, da nossa família e também um pouco a do nosso professor, da nossa secretária do Lar. Emprego para o primeiro, comida para a segunda. Pequenas contribuições, além das compras semanais nos mercados, na feira, no posto de combustível. Os trabalhos voluntários ficaram na Zâmbia, aqui ainda não me animei. Está completando três anos que marido trabalha aqui e ainda tenho receio. Não me adaptei por completo e continuo trancafiada em nossa redoma. Não sei se essa sensação de desconforto passará, a história de violência no Congo é recente e sinto-me aprisionada pelo medo. Penso que poderia fazer mais, mas não tenho vontade. Não me sinto pronta, sem falar o idioma que dificulta ainda mais as relações. Ainda não chegou o momento de vivenciar a realidade local e francamente não sei se um dia chegará.

Minha fiel companhia nesses dias de leitura reflexiva foi a nossa Espresso/Cappuccino coffee machine adquirida num mercado local por U$D 190,00 que apresento hoje a vocês. Pequenas futilidades que deixam meu dia mais agradável.

A próxima leitura será leve, VIPs por Mariana Caltabiano e o cafezinho certamente estará do lado.

Beijocas, boa sexta-feira, bom início do final de semana, dia dos namorados...etc.



quarta-feira, 8 de junho de 2011

E já que...


...o corante alimentício agradou, mostro aqui outras situações em que eu o usei.

As pétalas absorvem e ficam manchadinhas.

Haste de Cyperus papyrys fazem graça no vaso comprido.

As rosas brancas ficaram verdes com o corante.

Dá para brincar bastante.

¿me preguntas por que compro arroz y flores? compro arroz para vivir y flores para tener algo por lo que vivir. (Confucio)

Beijos, que nosso dia seja florido.

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