Redirecionamento

segunda-feira, 21 de março de 2011

Que tipo de mãe é você?



A permisiva, a autoritária, a insegura, a amigona, a desligada ou a mãezona?

Eu sinceramente não saberia responder. Acredito que eu seja um 'mix' disso tudo com uma pitada generosa de autoritarismo.
Como tornei-me mãe ainda criança, para não ser atropelada por avós e tias afoitas em ajudar, tive que me impor. Caso contrário correria o risco de desaparecer em meio à dicas e suposições.
Como a maioria das mães, errei mais com a primeira filha. Com os outros fui aprendendo a ser mais flexível e por vezes me pego pensando até que ponto essa flexibilidade é saudável.
Não tenho tabus com relação a muitos assuntos, sexualidade, preconceito, amor, dinheiro são tratados com muita naturalidade.
Procuro vê-los e respeitá-los como indivíduos pensantes e donos de suas idéias e corpos, desde que assumam os riscos, obviamente. E essa liberdade foi uma conquista deles.
Quem disse que pai e mãe estão sempre certos? Longe disso, sou falha, por vezes fraca e abrir esse leque de discussão é saudável. Nos tornamos mais homens e mulheres e menos super-heróis imaginários.
Atualmente a cobrança que faço é com relação aos estudos e a segurança.
Liberdade para alguns assuntos e para outros não há se quer a possibilidade de argumentação.
Drogas, bebida, aborto e dirigir sem habilitação são assuntos que nem precisam ir para mesa de discussão porque não há meio termo. Sou veemente contra e ponto.
Em contra-partida, sexo e amor são temas discutido com a naturalidade que se exige, porque é bom, todo mundo gosta e quem faz cara de cachorro que caiu da mudança quando ouve algo menos convencional, só posso dizer: sinto muito.
Piegas por um lado e autoritária por outro. Se por um lado sou romântica acreditando no amor por outro sou intrangigente e levo a 'ferro e fogo' minha opinião.


Tenho que admitir, não deve ser fácil ser filho(a) meu. Mas numa coisa creio que a maioria das mães se parecem, vê-los felizes e em segurança é tudo que precisamos para estar em Paz.
Coração de mãe normalmente não se engana, passei a semana 'aperreada' e ontem descobri o porque. Problema devidamente resolvido (creio eu) on line, sim porque sou mãe moderna e administrar essa relação a 10.000 Km de distância não é brincadeira, muita modernidade essa tal de internet né não?! Até as broncas são assim hoje em dia, só não posso dar palmada (aliás, ninguém mais aí no Brasil pode)...e os meus já passaram da idade.

Beijocas a todas a mães que matam um leão por dia para manter as crias em segurança, porque até quando erramos é pensando em acertar.

Beijocas no meu trio amado, tudo é por eles e sem eles não teria a menor razão de ser.

(Ilustrações de Gustav Klimt pintor austríaco)

36 comentários:

  1. Oi Taia, me considero este mesmo tipo de mãe. Rsrs Fui lendo a primeira frase e pensando: tem mesmo que escolher um tipo? Sou todos! Acho que a maioria de nós é assim, um misto de muitos tipos. Nem dá para ser diferente. As situações apresentam-se tão variadas... E nem sempre sabemos exatamente qual das cartas precisamos tirar do baralho. Já houve situações em que fui muito dura, chamei atenção e na sequência percabi que estava enganada. Não deixo de pedir desculpas, logo que perceba. Explico que sou falível, ele precisa saber disso. Ainda não chegamos na fase do romance e sexualidade, o Bê ainda não se abriu muito para isso, mas fui criada com muita liberdade para falar no assunto também. Espero ser capaz de levar o assunto com tanta naturalidade como o recebi.
    Nossa, escrevi um muitão.
    Beijos.

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  2. Oi Taia, bom dia, penso ser o mesmo mix que vc disse acima, no final de semana voltando de uma viagem a SP ouviamos "como nossos pais" da Elis Regina, e rimos mto, por conta das semelhanças que temos com nossos pais e a descoberta que nossos filhos serão como somos com eles hj em dia, eles pediam mais liberdade, mas diziam que fariam as mesmas coisas que fazemos com eles hj. Penso que falo mto não, mas qdo digo sim fico com uma preocupaçao danada, esta sou eu, mãe do Heitor e da Beatriz.

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  3. Também peço desculpas sem problemas quando percebo que errei Tati. Procuro dosar a mão, digo, as palavras, mas nem sempre é fácil encontrar esse equilíbrio. Vamos aprendendo errando e acertando. Acredito que tive êxito, porque venho colhendo alegrias com eles. Muito raramente um problema ou outro para ser resolvido e talvez por isso eu me sinta tão mal quando tenho que dizer NÃO. Faz parte do pacote da maternidade esses eternos dilemas. Beijocas!

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  4. Cristiane, essa música cantada por Elis me acompanha sempre, noutro dia me peguei olhando feio para a menina mais velha que estava descalça, tal qual minha mãe fazia comigo...lembrei-me imediatamente da canção. Aliás, Belchior está na trilha do começo do namoro meu e do maridão...rsrsrsrs. Beijocas para você, Heitor e Beatriz. Seja sempre muito bem vinda.

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  5. Esse eu te amo é em sinal de aprovação??? Rsrsrsrs...também te amo minha linda. ;-)

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  6. Tb sou esta salada ai e tb tenho que admitir que não deve ser fácil ser minha filha, mas ela diz quemeamamuito!!!!
    Então, tá bom dimais da conta!
    E por falar em filhota, vc já foi conhecer o blog dela? Tá tão lindinho!!!!
    Bjs.

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  7. oi Taia

    Sim , vamos mudando do primeiro filho para a segundo, adquirimos também mais segurança.
    Penso muito parecido contigo... e acredito na educação e muita conversa.
    parabéns por mesmo sendo mae cedo, conseguir segurar as vovós..que também acreditam acertar..hehehe

    bjus

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  8. Oi taia!
    Filhos são nossa maior fonte de inspiração para tudo na vida. Depois que eles chegam nossos dias ganham outro colorido. Tudo gira em torno deles. E,é muito bom.
    Beijos
    Claudia

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  9. Certíssima,minha cara, com filho não se brinca de casinha. Eles são empréstimos dados pelo Criador e nossa responsabilidade de formar seu caráter na segurança, na autoridade, no amor é toda dos pais, que não devem medir esforços para que eles encontrem o caminho correto. Bjbjbj

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  10. Oi Taia querida, quanta "sodade docê".

    Tratando-se de filhos, acho que você me descreveu aí, viu? Somos iguais. Nossos pensamentos e ideias batem e muito bem.
    Também tive que dar um pulo, aqui eu posso, para resolver um "probleminha" ontem.
    Tudo em paz!
    Mas comigo também há regras e boas liberdades. E posso te afirmar que eles adoram.
    Meus filhos são a razão da minha vida. Agora tenho mais uma lindeza, a Rafaella.
    Estou apaixonada. rsrs

    Bjs no coração!

    Nilce

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  11. Taia, para ser uma mãe adequada ela deverá se enquadrar um pouquinho em cada tipo, sendo um só seria um erro medonho e não se encaixar em nenhum seria muita presunção.
    Sou mãe de filho único, ele está com 22 anos e ele não cresceu mimado, dependente, inseguro, isso porque travei uma luta cruel com meu lado mãe permissiva, achei que fazendo todos os seus gostos eu não estaria preparando ele para a vida. Hoje vejo o resultado das minhas atitudes, ele é muito responsável e sabe se virar sozinho. Sou mãe amiga, que dialoga, dá conselhos quando é preciso, preocupo-me (e qual mãe não?), mas tenho minha consciência tranquila, acho que estou levando bem essa missão, graças a Deus!

    Beijos

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  12. Ai Madame, vi não...me passe o endereço. Os meus também dizem que meamamumtantão...rsrsrsrs. São adoráveis, apesar de inevitavelmente eu ter que puxar a orelha de um e de outro de vez em quando...beijocas!

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  13. Ana, tens toda razão...hoje consigo compreender que o excesso de 'intromissão' era na verdade zelo. Mas até chegar a essa conclusão demora não é mesmo??? O bom é que amadurecemos, mudamos de opinião e pasme...fazemos o mesmo...rsrsrsrs. Beijocas!

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  14. É verdade Claudia...os filhotes são nosso sonho consumado, depois que eles chegam tudo gira em função deles, por mais que não achemos...rsrsrsrs. Beijocas!

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  15. Engraçado o que disseste Maria Luiza, digo algo semelhante a eles...viemos a esse mundo não só para cuidar e amar, mas também para chamar atenção, por de castigo e cobrar...enfim, nem sempre a Ma(pa)ternidade é fácil e doce...só nós sabemos as noites de sono perdidas e as lágrimas derramadas. Beijocas!

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  16. Oi Taia... é verdade... e nem sei onde me colocar nesssa lista... acredito que um pouco de tudo cada coisa a seu tempo e de acordo com as circunstâncias. Tenho estado mais ocupada que nunca e sempre que dá, carregamos os filhotes junto, ora um, ora outro, ora os dois e assim vamos de missa, reunião com coordenadores das capelas, encontros e cursos, e eles meio a contragosto vão entendendo nossa tarefa... e até acabam se divertindo, porque criança é assim mesmo...
    Um beijão pra vocês aí e pra crias lá em Minas.
    Do quarteto daqui.

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  17. Ah Nilcinha...honra minha parecer-se contigo. Ser mãe não é moleza não, mas vale muito a pena. E ser avó é ser mãe pela segunda vez sem ter a responsabilidade que a Rachel de Queiroz tão bem descreveu, parabéns pela Rafaella. Beijocas!

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  18. Olá Taia,
    Sou um mix disso tudo também, sou emotiva sou canceriana tipo mãezona mesmo, quando acerto fico toda orgulhosa e quando erro choro e quero que me desculpem mordo e assopro sou assim acho que um pouco até exagerada, aquele tipo de mãe que fala: - olha leva o casaco vai esfriar heim...Sou um mix de mãe brasileira,portuguesa,espanhola,italiana, judia e todas as outras nacionalidades juntas.Mas tem uma coisa que eu sou e acho muito importante não faço nada sem ser em conjunto com meu marido, não permito aquilo de fazer sem pai saber ou esconder dele, somos uma dupla educando uma dupla dinâmica, mas por sorte minhas filhas são uns amores conseguimos passar para elas valores importantes e elas cresceram dentro de limites importantes, é o que eu digo a elas elas foram desejadas e serão sempre desejadas então devemos cuidar como jóias.
    Beijos querida e uma linda semana.
    Carla

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  19. Nem me fale...desde que me tornei mãe que vivo de um extremo ao outro,ou me sinto displicente,ou extremamente culpada....e muito dificil,porque você pode estar zangadissima,mas quando aquela coisinha te olha e chora,pronto eu me sinto um muro que esta perdendo as pedras,o muro desaba se eu ficar olhando aquela carinha linda toda cheia de dor e lagrimas.Esta e a hora que mais me doi,mas preciso impor limites,esta e a hora...mas depois fico o dia todo chateada e com extrema saudade.Muito dificil educar,limitar alguém que você ama muiiito mais que a você mesma.
    Por falar nisto Maitê estava agora a pouquinho no banquinho do castigo(rosa,todo frufru....rsrsrs)me respondeu...isso eu não admito,dai olho pra ela e claro vejo, o meu nenem naquele banquinho fofo,me olhando com cara de socorro,e tenho que sair de perto,senão coloco tudo a perder....são cinco minutos no cantinho,mas parecem cinco horas.Mas que resolve...resolve.rs.
    Deusa
    vasinhos coloridos

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  20. Oi Taia... Hoje além de ser um misto de todas essa mães... ainda tenho mais, hoje sou uma mãe chorona e lotada de saudades das minhas 3.... vivemos cada etapa com seus problemas partiulares, e graças a Deus tentei viver o máximo possível cada etapa da vida delas... hoje ainda faço isso, mas pela internet, celular, etc... e a vida vai seguindo o seu curso natural e as "minhas 3" vão amadurecendo e aprendendo ainda mais com tudo que a vida tem reservado pra elas e também pra mim...
    beijos
    Telma

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  21. Só uma coisa: Me adota?
    ( )Sim ( )Não

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  22. Sou assim como você Néia, mas com três...ser dura com eles é mais doloroso para nós...mas faz parte esse ônus. O bom é ver que eles se tornaram gente fina, elegante e sincera...rsrsrsrs. Beijocas!

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  23. Tão bom ter pintinhos ainda pequenos Josi...curta muito, porque passa tão rápido e eles crescem e deixam nossos cabelos cada dia mais brancos...rsrsrsrs...beijocas no quarteto.

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  24. Também trabalhamos em equipe aqui em casa Carla, ainda bem, porque depois de uma bronca daquelas em um dos filhotes fico super abatida...maridão me põe nos trilhos mostrando que é inevitável, que cabe a nós pai e mãe o ônus de chamar atenção e até mesmo punir quando necessário e como diz minha mãe: melhor nós fazermos isso do quê a polícia. Beijocas!

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  25. Deusa, também não admito que me respondam. É assim que aprendi com minha mãe e é assim que ensinei aos meus. João, meu neto, também tem um banquinho do castigo...rsrsrsrs. Sem frufru e ele faz um biquinho que é de cortar o coração. Beijocas!

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  26. A saudade é enorme né Telma e a preocupação ainda maior. O bom é ver e perceber que eles têm uma estrutura bacana para aguentar essa distância, sem contar que a tecnologia também nos ajuda muito. Beijocas!

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  27. kkkkkkkkkkk...adoto sim Kell, mas terás que enfrentar a fúria da Gabi que é meu pitbull...eita. Beijocas queridona.

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  28. Achei bacana você dizer que precisou se impor para conseguir ser mãe. Isso acontece independente da idade que a gente se torna mãe.
    Fui mãe aos 29 anos e jã ouvi do meu sogro, que eu deveria seguir o que ele e minha sogra falavam porque eram mais velhos e mais sábios do que eu.
    Educadamente, disse que toda sabedoria deles valeu pelos filhos que criaram. Para o meu filho, vale a minha sabedoria.

    Erramos sim. Mas não queremos errar os erros dos outros.
    Amar e respeitar é fundamental para sermos bons pais.
    PARA TODOS OS PAIS, penso eu.

    As outras qualidades são meramente individuais. Uns mais carinhosos, outros nem tanto. Uns mais exigentes, outros nem tantos...e por aí vai.

    Tenho certeza que és uma mãe maravilhosa ou sua família não seria tão linda e unida.

    Beijos saudosos

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  29. oI Taia, tô chegando agora, mas ainda dá tempo: fui como vc: na primeira filha errei tudo o que podia, mas tb acertei ao passar pra ela os valores éticos com que fui educada. Não há mãe perfeita, há mães esforçadas! hehehehe
    Claro que nossos filhos nos amam, embora às vezes nos odeiem. Meu segundo filho, foi fácil. Ele tem um gênio ótimo e eu já tinha apanhado um bocado. Acho que com o primeiro filho a gente aprende a ser mãe para exercer a maternidade com o segundo, terceiro e outros para quem tem mais. Por isso, hj me arrependo de não ter tido mais filhos. Jamais teria um filho só. Acho que por mais que se diga que não, se cria sim, como um rei. Com mias de um, a criança aprende a dividir, que a mãe não é só dele e que o mundo não é só dele. Eu queria ter uns quatro, te digo com sinceridade...Mas a gente tenta acertar, né? Legal esse bate papo....gostei! beijos,

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  30. Verdade Dani, alguns mantém essa postura de que 'tudo sabe' independente da idade dos pais. Fazer-se respeitar é importante, porque estamos num momento delicado...misto de felicidade e medo...e sim, acredito que tenhamos os outros como possíveis inimigos rondando nossa cria...rsrsrsrs. Obrigada pelo carinho, acredito que tenhamos feito um bom trabalho com a molecada, mas eventualmente precisamos dar umas 'ajeitadas' aqui e ali para tudo correr com tranquilidade. Beijocas!

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  31. Os valores éticos é o que solidifica a base familiar né Glorinha e temos que fazê-lo...foi assim comigo, contigo, com nossos pais. Tomara que eu faça parte do grupo das esforçadas...rsrsrsrs. Tive os três no primeiro relacionamento e terminei de criar eles no segundo, marido foi maravilhoso e me ajudou a torná-los pessoas melhores. Mas ficamos por aí, mesmo porque sou operada e não quisemos ir atrás de tratamento para ver se era possível reverter. Acho que acertamos sim, não tenho do que reclamar da molecada...apenas os eventuais ajustes normais em toda família. Beijocas!

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  32. Post muito bom, Taia, gostei demais!
    E olha, nós mães modernas, tentamos fazer tudo com amor e ao mesmo tempo dando abertura para os filhos serem expressivos e não robozinhos.
    Mas erramos também, embora o erro na maioria das vezes é somente por amor.
    Eu já disse que sinto hoje por não ter tido mais um, justamente para não sufocar este um só e, confesso, tenho me policiado bastante para que isso não ocorra, porque a tendência é mesmo de exagerar nos cuidados e amor.
    Acho o número de três perfeito.
    Parabéns, você é uma mãe exemplar!
    bjs cariocas

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  33. Com três, inevitavelmente tudo é divido Beth...a atenção, a preocupação, a bronca...rsrsrsrs. Não deve ser fácil ser mãe de um, deve ser tudo muito mais intenso. Beijocas!

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  34. Taia, novamente, estava por acaso me descrevendo? Quando menorzinhas, as meninas não entendiam comoem cada minuto eu estava de um jeito: mãe, agora há pouco você deu bronca porque estávamos brigando, agora conversa e faz carinho... E eu: já não entendeu a m... feita, então pronto. É realmente um teste diário de sanidade mental, rsrsrs, mas eu amo!!! Bjs

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  35. Hehehe...pois é Mônica, nós mães somos assim...completamente instáveis. Eu também amo e te digo, quanto mais cresce, mais trabalhoso fica...hehehehe. Só para te animar. Beijocas!

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Optei por moderar os comentários para que eu possa ver todos para responde-los aqui mesmo. Beijocas!

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