
Aparte: acabei de almoçar, são 12:18 e durante a refeição estava assistindo ao programa Mais Você. A transmissão aqui é feita com data retroativa, ou seja, estava assistindo ao programa de ontem. Ana Maria falava sobre as novidades nos batons. Chamou três modelos e as apresentou da seguinte forma: uma loirinha, uma ruivinha e ????. A terceira modelo era negra. Então seguindo o raciocínio ela diria: e uma negrinha. Mas é claro que ela não disse, só ficou o silêncio constrangedor no ar. E aí, se ela tivesse dito...estaria ela sendo racista? Qual o limite do politicamente correto e do bom senso?
Lourinha bombril (Os paralamas do sucesso)
Pára e repara
Olha como ela samba
Olha como ela brilha
Olha que maravilha
Essa crioula tem o olho azul
Essa lourinha tem cabelo bombril
Aquela índia tem sotaque do Sul
Essa mulata é da cor do Brasil
A cozinheira tá falando alemão
A princesinha tá falando no pé
A italiana cozinhando o feijão
A americana se encantou com Pelé
Häagen-dazs de mangaba
Chateau canela-preta
Cachaça made in Carmo dando a volta no planeta
Caboclo presidente
Trazendo a solução
Livro pra comida, prato pra educação
Pára e repara
Olha como ela samba
Olha como ela brilha
Olha que maravilha
Essa crioula tem o olho azul
Essa lourinha tem cabelo bombril
Aquela índia tem sotaque do Sul
Essa mulata é da cor do Brasil
A cozinheira tá falando alemão
A princesinha tá falando no pé
A italiana cozinhando o feijão
A americana se encantou com Pelé
Häagen-dazs de mangaba
Chateau canela-preta
Cachaça made in Carmo dando a volta no planeta
Caboclo presidente
Trazendo a solução
Livro pra comida, prato pra educação
Pára e repara
Olha como ela samba
Olha como ela brilha
Olha que maravilha
Häagen-dazs de mangaba
Chateau canela-preta
Cachaça made in Carmo dando a volta no planeta
Caboclo presidente
Trazendo a solução
Livro pra comida, prato pra educação
Pára e repara
Olha como ela samba
Olha como ela brilha
Olha que maravilha

Oi Guria LInda das terras de Lá!
ResponderExcluirVou levar o selo assim que tiver tempo vou postar.
É, as vezes sai errado, pelo medo, talvez...se chamou de loiririnha,ruivinha, teria que ser negrinha, e não tem nada de pejorativo, no entanto na cultura, convencionou-se que é pejorativo, esse é um problema cultural...
E dia 20 de novembro é o Dia da Consciência Negra. Um dia quem sabe o preconceite acabe, quem sabe, neh!
Besitos! Paz e LUz! Boa viagem! e manda noticias...rssss...
Namastê!
Oi Mara...leve mesmo, acho bacana. Nunca tive que passar por isso, mas serve como alerta. O assunto tá na moda e é legal propagá-lo. Quanto a Ana Maria acho que foi justamente isso, medo...acredito que ela deve ter visto as meninas antes, não devia ter usado o diminutivo. Se ela dissesse uma loira, uma ruiva e uma negra não teria problema algum. Sabemos que a questão racial em nosso país é mal resolvida, mas às vezes ficamos numa saia justa sem ter motivo para isso. Beijocas! Namastê!
ResponderExcluirViajando de novo...êta vida boa Taia!!!
ResponderExcluirJá fez as contas de quantas horas de vôo tem? rsss
Sabe o que mais dói nesse assunto de racismo...é a falta total de educação.
Como é possível ser racista se você enxergar o ser humano? Não importa a cor ...somos humanos!Falta ensinar isto para o povo!
Um beijo grande e boa viagem...ah! adorei a letra da música Lourinha Bombril...
Astrid Annabelle
Ainda não Astrid...essa vai ser minha sétima viagem internacional nesse ano, sem contar a triangulação que faço dentro do Brasil entre MG/MT/BA...rsrsrsrs. Quanto a minha observação, o conceito de raça no Brasil é muito forte...difícil acabar com isso...requer discussão, ação e coração. Beijocas e obrigada pelo carinho.
ResponderExcluirVou fazer dez mil cursos de Educação Inclusiva e ainda assim vou continuar questionando o uso de termos para tratar o negro, o homossexual, o especial. A cada dia inventam um termo novo e nenhum, absolutamente nenhum, parece ser adequado.
ResponderExcluirA Ana Maria errou (e feio!) mas eu compreendo muito bem a situação embaraçosa pq enfrento isso sempre nas aulas. São tantos os 'termos proibidos' q a gente fica (literalmente!) sem saber se pode ou não empregar este ou aquele.
Nunca vou esuecer o comentário (tb infeliz!) de um guri qndo o elogiei dizendo q ele era muito especial: 'Eu não sou deficiente não, pró!'
P.S. À propósito, dentro de algumas horas vou para um curso de Educação Especial e Inclusiva e acho q é bastante oportuno eu trazer essa discussão à tona.
Eu acho que o lance é esse Kell, estudar, debater. Quando eu trabalhava com indígenas era proibido usar o termo tribo, tínhamos que falar grupo étnico. Nada contra, mas e quem não saca do babado? Para índios usávamos Ameríndios, assim como usamos afro descentes. Especial é outro termo que ficou ligado a deficientes, digo, portadores de necessidades especiais. Difícil não?! Temos que estar sempre nos policiando. Bom curso, se você colocar o episódio em pauta, diga-me quais as observações foram postas. Beijocas!
ResponderExcluirTaia, mas vc acabou de chegar mulher, isso nao ta certo viu?
ResponderExcluirbjks e boa viagem.
kkkkkkkkkkkkkkkkk...tive que rir Susi. O que posso fazer se meu povo tá esparrado e eu preciso vê-los para ser feliz? kkkkkkkkkkkkkkkkkk...mas beira a loucura...confesso que essa é a pior parte, aeroporto, hotéis, restaurante e ainda por cima só...beijocas!
ResponderExcluirTaia
ResponderExcluirTambem sempre me pergunto sobre isso: qual eh o limite do politicamente correto? E sinceramente, nao tenho resposta.Talvez, nao fosse nada demais dizer negrinha, mas eu realmente nao sei como a modelo se sentiria.Quanto ao bullying, acho horrivel alguem ser colocado na berlinda, principalmente uma crianca.Brincadeiras, gozacoes e comparacoes sao naturais do ser humano e nos temos que crescer e aprender a lidar com elas, mas algumas passam dos limites.Uma coisa eh saber que temos diferencas fisicas, intelectuais e etc. Outra eh sentir-se excluido. Beijos
Difícil mesmo, acho que acabamos inflamando ainda mais os ânimos...sabemos a diferença entre o ofensivo e o humor. Eu particularmente brinco com os meus, com quem eu não conheço mantenho a linha. Prefiro evitar fadiga. O bullying é o assunto da moda, mas num mundo aonde a permissividade vem criando verdadeiro monstrinho convém ficar de olho em nossas crianças. Beijocas!
ResponderExcluirOlá Taia,
ResponderExcluirAdoro ler seus relatos, tem humor, tem simplicidade e tem muita observação.
Grata pelas visitas e coments.
Beijão e boa viagem!!!!
Jud-artes
Tá chegando o dia! Dá um friozinho na barriga, não?
ResponderExcluirVou levar o selo para o blog, acho importante continuar essa discussão. Bjs bom dia!
Oi Taia!
ResponderExcluirPois eu adoro ser chamada de pretinha, marido ainda acrescenta o "minha", e diz "minha pretinha", minha mãe e minha irmã e até minhas sobrinhas me chamam assim e eu amo... hehehe. E acho difícil que no Brasil exista alguém que não tenha nas suas raizes o bom sangue negro, é a mistura que tempera a nossa gente... não entendo o racismo, não entendo quem se acha superior ou mais mais importante que o outro... nosso tempo aqui neste planeta é ínfimo é mínimo comparado com todo tempo que foi e que virá... poderíamos vivier melhor aproveitando o que esse tempo tem de bom, sendo felizes e fazendo os outros felizes também...
beijinho Taia!
Josi
POis é, Taia. Chegou um tempo em que ficou difícil ser natural, tudo é encarado como preconceito! O Vi é o que chamam "pardo", pai e mãe mulatos, a mãe mais clara, o pai mais escuro. Os filhos num degradê. O Bê podia nascer de qualquer cor. Isso não faz nenhuma diferença. Quando a mulher do censo esteve aqui perguntou "Como vocês se classificam?". Isso mesmo, eu tive que dizer se eramos brancos, negros ou pardos. Eu sei lá o que o Bê é... ele é brasileiro, mistura de raças... Nasceu de pele branca, mas tem sangue negro. Por que precisamos classificar? Que diferença isso pode fazer?
ResponderExcluirAcho chato que a gente se classifique em raças: Sou VIRALATA!! hehehe
Beijos.
Oi Taia
ResponderExcluirAcho que a coisa tomou o rumo da violência e isso não é bom.
Tenho saudades do tempo que era chamada de negrinha e não era proibido. Adoro. Isso porque nem tenho ascendência afro.
Mas polaco, melado, branquelo, japa, pode?
Não entendo.
Bjs no coração!
Nilce
Obrigada você pelo carinho Jud...beijocas!
ResponderExcluirOi Fabiana, leve mesmo. Nossa, põe frio na barriga...rsrsrs. Beijocas!
ResponderExcluirJosi, lá em casa papai chama a mamãe de Nega e eu de Neguinha...tudo depende de quem fala, do tom, do contexto...é lógico que excessos devem ser coibidos, porque eles existem e não podemos fechar os olhos para o preconceito abominável que existe em nosso país. Para quem está de fora tudo parece mais simples. Mas devemos ter bom senso. Beijocas!
ResponderExcluirTati, quer tirar o marido do sério é chamá-lo de pardo...rsrsrs. E pardo lá é cor de gente. Dá licença. Mas é assim, vivemos num país onde a marca registrada é a miscigenação e somos obrigados a nos classificar. Beijocas!
ResponderExcluirTá difícil de entender Nilce, temos que ter bom senso. Ser negro no Brasil não é brincadeira, sabemos disso...mas entre saber e sentir a diferença é muito grande. Falta tolerância, respeito e sobra permissividade. Especialmente dos pais com relação aos filhos. Beijocas!
ResponderExcluirOi Taia,obrigada pelos votos de boa viagem,se Deus quiser,será sim!
ResponderExcluirE vc,vai que dia?
Eu assisti tb esse programa dos batons,aliás,são horríveis!Só não tava prestando muita atenção quando ela chamou as moças,então não pude perceber a gafe,por sinal a Ana é mestre em dar fora,nunca vi coisa igual,outro dia ela dedicou a receita do programa que era um prato com carne,ao Paul MacCartney,sendo que todo mundo sabe que ele é vegetariano,ai,ai!
Beijokas :)
Uhu!
ResponderExcluirVc tá chegando pras bandas de cá?
Ai, bem que podia ser ainda mais pra perto...
Sabe, acho que o medo gerado pelo politicamente correto deixa as pessoas meio ridículas.
Bj
Taia, segundo minha mãe, minha formação é: cursinho de tricô, cursinho de crochê e outro de "espera marido", pois segundo ela, nada do que estudei é importante. Me formei em artes plásticas na Faculdade de Belas Artes, em Formação Pedagógica na Anhembi-Morumbi e em Pedagogia na Univ. Ibirapuera, e fiz dois anos de decoração na Escola Panamericana de Arte. Para ela, faculdade é direito, medicina e engenharia,... Fazer o que? Mas trabalho mesmo é com gerenciamento de crise: crise entre as filhas, crise com o marido, com a empregada, entre os bichos,..., rsrsrs. Bjs
ResponderExcluirTô indo amanhã Carla. Realmente a Ana é a rainha da gafe...rsrsrs. Beijocas e boa viagens para nós duas então ;-)
ResponderExcluirOi Ana, pois é...tô tão dividida, mas preciso ir. Estou louca de saudades das crianças, mas fico com dó de deixar o maridão...tomara que passe rápido e ele chegue para ficarmos todos juntos. Podia ser mais perto mesmo, mas o Brasil é tão grande e eu literalmente corro-trecho chego e três dias depois vou para o MT, volto pra Minas e dez dias depois sigo para a Bahia...rsrsrs. Beijocas!
ResponderExcluirMônica, também optei por me dedicar a família e tem sido muito bom. Agora entendi o porque da didática de seus textos...rsrsrs. Apesar da clareza você escreve com bastante propriedade, achei que havia estudado alguma engenharia (civil/elétrica). Me divido em três para dar conta de dar atenção para o pais no MT, para os filhos em Minas e ao marido por aqui. Beijocas!
ResponderExcluirAi que legal! Vou colocar este selo lá no bloguitcho sim!! A Ana Maria Braga só dá bola fora né?!Afffão!!!
ResponderExcluirOff post:
vc se cuida siiiim! Vai p/academia, cabelos sedosos e cheirosos(branco não quer dizer nada, é estilo!), gosta de se perfumar, arrumar...adorei a frase, "o que ainda ficar gostosa se o marido não pode comer", hahahahahah...muito bom!
E o principal:cuida mente!Tenho amiga linda mas que vive em casa com depressão e síndromes do panico e afins sem procurar ajuda. Este é o principal!
Bjão, te amdiro cada dia mais e mais!=)
Ela é bafão mesmo Mariana, chega a ser engraçada. Quanto à frase: mas num é??? Tem umas que se arrumam tanto, mas não dão pro coitado..rsrssrrs. Não pode suar para não destruir a chapinha, não pode beijar para não estragar a maquiagem e por aí vai...rsrsrs. Realmente a mente é perigosa, procuro mante-la ocupada para não cair nessa. Beijocas!
ResponderExcluirOi Taia... que dureza ter que ficar longe do seu marido heim... mas com certeza foi mt mais dureza ficar longe dos filhos né... pense que novembro passará rapidinho e logo todos estarão juntos e felizes...
ResponderExcluirBeijos e boa viagem!!!!!
Fabi
Taia, a discussão sobre racismo, ao meu ver, já é por si só uma atitude racista. O silêncio da mídia a esse respeito tornaria tudo mais simples, tiraria o medo das pessoas de usar uma palavra que pareça racista. Ou seja, se Ana Maria Braga tivesse dito "uma loira, uma ruiva e uma japonesa" não teria nenhum problema. Mas dizer "uma loira, uma ruiva e uma negra"... causa medo. De qualquer forma, o silêncio dela saiu muito pior do que se tivesse dito "morena", pois estava falando da cor do cabelo das meninas, e não da origem étnica.
ResponderExcluirAliás, já que tocou nesse assunto, o Brasil promove muito pouco a imagem das lindas mulheres da região cetro-oeste e norte do país, com pele e cabelo de herança indígena, natural do Brasil. Lá no sul, em Curitiba por exemplo, há muito descendente de índio, mas a mídia local só mostra os descendentes de alemão e italiano que vivem por lá. Isso é racismo, segregam ignorando uma das raças, pois ser descendente de europeu parece mais nobre do que ser descentente de índio.
Grande abraço!
Adriano
Oi Taia, mas já vai de novo? hehehe, boa viagem então!
ResponderExcluirBeijos
Fabi, marido se vira bem...mas moramos num lugar tão difícil, fico realmente com dó de deixá-lo aqui. Mas também não posso abrir mão de estar ao lado das crias, é uma necessidade quase fisiológica...rsrsrs. Há de passar rápido. Beijocas e obrigada pelo carinho.
ResponderExcluirAdriano, eu já acho que a discussão é importante. Não só sobre racismo, mas sobre todo tipo de preconceito. E também acho que se a Ana tivesse dido: uma loira, uma ruiva e uma negra...não haveria nenhum constrangimento. O problema, a meu ver, foi "inha". Dizer negrinha, poderia soar como racismo, apesar de não sê-lo. Realmente a beleza do Centro-oeste e Norte ainda são pouco divulgadas, assim como as do Sul de origem indígena. Na faculdade onde eu trabalhava tinha uma gaúcha Kaigang lindíssima, daquelas de fazer o cabra quebrar o pescoço...rsrsrsrs. Beijocas!
ResponderExcluirOi Néia, pois é, ando mais do que notícia ruim...rsrsrsrs. Beijocas! ;-)
ResponderExcluirNossa, Naia, eu trabalho com gerenciamento de crise, você já está no nível de diretoria! Como dá conta disso tudo? Olha, parabéns!! Uma verdadeira "Wonder Woman!". Bjs
ResponderExcluirkkkkkkkk...tive que rir Mônica. Todas nós nos desdobramos para ter uma família legal e eu conto com o auxílio "luxo" da filhota mais velha. Beijocas!
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