Redirecionamento

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Ocupada


Oi pessoas, estou arrumando a mala e organizando a casa para poder viajar tranquila. Não se preocupem, assim que eu puder visitá-los o farei. Deixo para vocês um selo de uma campanha contra o Bullying e Cyber-bullying. Peguei no blog da "Dona Amélia", deixo linkado um texto bastante pertinente escrito pela Laély do "Sala da La" sobre o mesmo tema. Confiram!
Beijocas e boa terça!

Aparte: acabei de almoçar, são 12:18 e durante a refeição estava assistindo ao programa Mais Você. A transmissão aqui é feita com data retroativa, ou seja, estava assistindo ao programa de ontem. Ana Maria falava sobre as novidades nos batons. Chamou três modelos e as apresentou da seguinte forma: uma loirinha, uma ruivinha e ????. A terceira modelo era negra. Então seguindo o raciocínio ela diria: e uma negrinha. Mas é claro que ela não disse, só ficou o silêncio constrangedor no ar. E aí, se ela tivesse dito...estaria ela sendo racista? Qual o limite do politicamente correto e do bom senso?

Lourinha bombril (Os paralamas do sucesso)

Pára e repara
Olha como ela samba
Olha como ela brilha
Olha que maravilha

Essa crioula tem o olho azul
Essa lourinha tem cabelo bombril
Aquela índia tem sotaque do Sul
Essa mulata é da cor do Brasil

A cozinheira tá falando alemão
A princesinha tá falando no pé
A italiana cozinhando o feijão
A americana se encantou com Pelé

Häagen-dazs de mangaba
Chateau canela-preta
Cachaça made in Carmo dando a volta no planeta
Caboclo presidente
Trazendo a solução
Livro pra comida, prato pra educação

Pára e repara
Olha como ela samba
Olha como ela brilha
Olha que maravilha

Essa crioula tem o olho azul
Essa lourinha tem cabelo bombril
Aquela índia tem sotaque do Sul
Essa mulata é da cor do Brasil

A cozinheira tá falando alemão
A princesinha tá falando no pé
A italiana cozinhando o feijão
A americana se encantou com Pelé

Häagen-dazs de mangaba
Chateau canela-preta
Cachaça made in Carmo dando a volta no planeta
Caboclo presidente
Trazendo a solução
Livro pra comida, prato pra educação

Pára e repara
Olha como ela samba
Olha como ela brilha
Olha que maravilha

Häagen-dazs de mangaba
Chateau canela-preta
Cachaça made in Carmo dando a volta no planeta
Caboclo presidente
Trazendo a solução
Livro pra comida, prato pra educação

Pára e repara
Olha como ela samba
Olha como ela brilha
Olha que maravilha


36 comentários:

  1. Oi Guria LInda das terras de Lá!

    Vou levar o selo assim que tiver tempo vou postar.

    É, as vezes sai errado, pelo medo, talvez...se chamou de loiririnha,ruivinha, teria que ser negrinha, e não tem nada de pejorativo, no entanto na cultura, convencionou-se que é pejorativo, esse é um problema cultural...

    E dia 20 de novembro é o Dia da Consciência Negra. Um dia quem sabe o preconceite acabe, quem sabe, neh!

    Besitos! Paz e LUz! Boa viagem! e manda noticias...rssss...

    Namastê!

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  2. Oi Mara...leve mesmo, acho bacana. Nunca tive que passar por isso, mas serve como alerta. O assunto tá na moda e é legal propagá-lo. Quanto a Ana Maria acho que foi justamente isso, medo...acredito que ela deve ter visto as meninas antes, não devia ter usado o diminutivo. Se ela dissesse uma loira, uma ruiva e uma negra não teria problema algum. Sabemos que a questão racial em nosso país é mal resolvida, mas às vezes ficamos numa saia justa sem ter motivo para isso. Beijocas! Namastê!

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  3. Viajando de novo...êta vida boa Taia!!!
    Já fez as contas de quantas horas de vôo tem? rsss
    Sabe o que mais dói nesse assunto de racismo...é a falta total de educação.
    Como é possível ser racista se você enxergar o ser humano? Não importa a cor ...somos humanos!Falta ensinar isto para o povo!
    Um beijo grande e boa viagem...ah! adorei a letra da música Lourinha Bombril...
    Astrid Annabelle

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  4. Ainda não Astrid...essa vai ser minha sétima viagem internacional nesse ano, sem contar a triangulação que faço dentro do Brasil entre MG/MT/BA...rsrsrsrs. Quanto a minha observação, o conceito de raça no Brasil é muito forte...difícil acabar com isso...requer discussão, ação e coração. Beijocas e obrigada pelo carinho.

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  5. Vou fazer dez mil cursos de Educação Inclusiva e ainda assim vou continuar questionando o uso de termos para tratar o negro, o homossexual, o especial. A cada dia inventam um termo novo e nenhum, absolutamente nenhum, parece ser adequado.
    A Ana Maria errou (e feio!) mas eu compreendo muito bem a situação embaraçosa pq enfrento isso sempre nas aulas. São tantos os 'termos proibidos' q a gente fica (literalmente!) sem saber se pode ou não empregar este ou aquele.
    Nunca vou esuecer o comentário (tb infeliz!) de um guri qndo o elogiei dizendo q ele era muito especial: 'Eu não sou deficiente não, pró!'

    P.S. À propósito, dentro de algumas horas vou para um curso de Educação Especial e Inclusiva e acho q é bastante oportuno eu trazer essa discussão à tona.

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  6. Eu acho que o lance é esse Kell, estudar, debater. Quando eu trabalhava com indígenas era proibido usar o termo tribo, tínhamos que falar grupo étnico. Nada contra, mas e quem não saca do babado? Para índios usávamos Ameríndios, assim como usamos afro descentes. Especial é outro termo que ficou ligado a deficientes, digo, portadores de necessidades especiais. Difícil não?! Temos que estar sempre nos policiando. Bom curso, se você colocar o episódio em pauta, diga-me quais as observações foram postas. Beijocas!

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  7. Taia, mas vc acabou de chegar mulher, isso nao ta certo viu?
    bjks e boa viagem.

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  8. kkkkkkkkkkkkkkkkk...tive que rir Susi. O que posso fazer se meu povo tá esparrado e eu preciso vê-los para ser feliz? kkkkkkkkkkkkkkkkkk...mas beira a loucura...confesso que essa é a pior parte, aeroporto, hotéis, restaurante e ainda por cima só...beijocas!

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  9. Taia
    Tambem sempre me pergunto sobre isso: qual eh o limite do politicamente correto? E sinceramente, nao tenho resposta.Talvez, nao fosse nada demais dizer negrinha, mas eu realmente nao sei como a modelo se sentiria.Quanto ao bullying, acho horrivel alguem ser colocado na berlinda, principalmente uma crianca.Brincadeiras, gozacoes e comparacoes sao naturais do ser humano e nos temos que crescer e aprender a lidar com elas, mas algumas passam dos limites.Uma coisa eh saber que temos diferencas fisicas, intelectuais e etc. Outra eh sentir-se excluido. Beijos

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  10. Difícil mesmo, acho que acabamos inflamando ainda mais os ânimos...sabemos a diferença entre o ofensivo e o humor. Eu particularmente brinco com os meus, com quem eu não conheço mantenho a linha. Prefiro evitar fadiga. O bullying é o assunto da moda, mas num mundo aonde a permissividade vem criando verdadeiro monstrinho convém ficar de olho em nossas crianças. Beijocas!

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  11. Olá Taia,
    Adoro ler seus relatos, tem humor, tem simplicidade e tem muita observação.
    Grata pelas visitas e coments.
    Beijão e boa viagem!!!!
    Jud-artes

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  12. Tá chegando o dia! Dá um friozinho na barriga, não?
    Vou levar o selo para o blog, acho importante continuar essa discussão. Bjs bom dia!

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  13. Oi Taia!
    Pois eu adoro ser chamada de pretinha, marido ainda acrescenta o "minha", e diz "minha pretinha", minha mãe e minha irmã e até minhas sobrinhas me chamam assim e eu amo... hehehe. E acho difícil que no Brasil exista alguém que não tenha nas suas raizes o bom sangue negro, é a mistura que tempera a nossa gente... não entendo o racismo, não entendo quem se acha superior ou mais mais importante que o outro... nosso tempo aqui neste planeta é ínfimo é mínimo comparado com todo tempo que foi e que virá... poderíamos vivier melhor aproveitando o que esse tempo tem de bom, sendo felizes e fazendo os outros felizes também...
    beijinho Taia!
    Josi

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  14. POis é, Taia. Chegou um tempo em que ficou difícil ser natural, tudo é encarado como preconceito! O Vi é o que chamam "pardo", pai e mãe mulatos, a mãe mais clara, o pai mais escuro. Os filhos num degradê. O Bê podia nascer de qualquer cor. Isso não faz nenhuma diferença. Quando a mulher do censo esteve aqui perguntou "Como vocês se classificam?". Isso mesmo, eu tive que dizer se eramos brancos, negros ou pardos. Eu sei lá o que o Bê é... ele é brasileiro, mistura de raças... Nasceu de pele branca, mas tem sangue negro. Por que precisamos classificar? Que diferença isso pode fazer?
    Acho chato que a gente se classifique em raças: Sou VIRALATA!! hehehe
    Beijos.

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  15. Oi Taia
    Acho que a coisa tomou o rumo da violência e isso não é bom.
    Tenho saudades do tempo que era chamada de negrinha e não era proibido. Adoro. Isso porque nem tenho ascendência afro.
    Mas polaco, melado, branquelo, japa, pode?
    Não entendo.

    Bjs no coração!

    Nilce

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  16. Obrigada você pelo carinho Jud...beijocas!

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  17. Oi Fabiana, leve mesmo. Nossa, põe frio na barriga...rsrsrs. Beijocas!

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  18. Josi, lá em casa papai chama a mamãe de Nega e eu de Neguinha...tudo depende de quem fala, do tom, do contexto...é lógico que excessos devem ser coibidos, porque eles existem e não podemos fechar os olhos para o preconceito abominável que existe em nosso país. Para quem está de fora tudo parece mais simples. Mas devemos ter bom senso. Beijocas!

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  19. Tati, quer tirar o marido do sério é chamá-lo de pardo...rsrsrs. E pardo lá é cor de gente. Dá licença. Mas é assim, vivemos num país onde a marca registrada é a miscigenação e somos obrigados a nos classificar. Beijocas!

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  20. Tá difícil de entender Nilce, temos que ter bom senso. Ser negro no Brasil não é brincadeira, sabemos disso...mas entre saber e sentir a diferença é muito grande. Falta tolerância, respeito e sobra permissividade. Especialmente dos pais com relação aos filhos. Beijocas!

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  21. Oi Taia,obrigada pelos votos de boa viagem,se Deus quiser,será sim!
    E vc,vai que dia?
    Eu assisti tb esse programa dos batons,aliás,são horríveis!Só não tava prestando muita atenção quando ela chamou as moças,então não pude perceber a gafe,por sinal a Ana é mestre em dar fora,nunca vi coisa igual,outro dia ela dedicou a receita do programa que era um prato com carne,ao Paul MacCartney,sendo que todo mundo sabe que ele é vegetariano,ai,ai!
    Beijokas :)

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  22. Uhu!
    Vc tá chegando pras bandas de cá?
    Ai, bem que podia ser ainda mais pra perto...
    Sabe, acho que o medo gerado pelo politicamente correto deixa as pessoas meio ridículas.
    Bj

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  23. Taia, segundo minha mãe, minha formação é: cursinho de tricô, cursinho de crochê e outro de "espera marido", pois segundo ela, nada do que estudei é importante. Me formei em artes plásticas na Faculdade de Belas Artes, em Formação Pedagógica na Anhembi-Morumbi e em Pedagogia na Univ. Ibirapuera, e fiz dois anos de decoração na Escola Panamericana de Arte. Para ela, faculdade é direito, medicina e engenharia,... Fazer o que? Mas trabalho mesmo é com gerenciamento de crise: crise entre as filhas, crise com o marido, com a empregada, entre os bichos,..., rsrsrs. Bjs

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  24. Tô indo amanhã Carla. Realmente a Ana é a rainha da gafe...rsrsrs. Beijocas e boa viagens para nós duas então ;-)

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  25. Oi Ana, pois é...tô tão dividida, mas preciso ir. Estou louca de saudades das crianças, mas fico com dó de deixar o maridão...tomara que passe rápido e ele chegue para ficarmos todos juntos. Podia ser mais perto mesmo, mas o Brasil é tão grande e eu literalmente corro-trecho chego e três dias depois vou para o MT, volto pra Minas e dez dias depois sigo para a Bahia...rsrsrs. Beijocas!

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  26. Mônica, também optei por me dedicar a família e tem sido muito bom. Agora entendi o porque da didática de seus textos...rsrsrs. Apesar da clareza você escreve com bastante propriedade, achei que havia estudado alguma engenharia (civil/elétrica). Me divido em três para dar conta de dar atenção para o pais no MT, para os filhos em Minas e ao marido por aqui. Beijocas!

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  27. Ai que legal! Vou colocar este selo lá no bloguitcho sim!! A Ana Maria Braga só dá bola fora né?!Afffão!!!

    Off post:
    vc se cuida siiiim! Vai p/academia, cabelos sedosos e cheirosos(branco não quer dizer nada, é estilo!), gosta de se perfumar, arrumar...adorei a frase, "o que ainda ficar gostosa se o marido não pode comer", hahahahahah...muito bom!

    E o principal:cuida mente!Tenho amiga linda mas que vive em casa com depressão e síndromes do panico e afins sem procurar ajuda. Este é o principal!

    Bjão, te amdiro cada dia mais e mais!=)

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  28. Ela é bafão mesmo Mariana, chega a ser engraçada. Quanto à frase: mas num é??? Tem umas que se arrumam tanto, mas não dão pro coitado..rsrssrrs. Não pode suar para não destruir a chapinha, não pode beijar para não estragar a maquiagem e por aí vai...rsrsrs. Realmente a mente é perigosa, procuro mante-la ocupada para não cair nessa. Beijocas!

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  29. Oi Taia... que dureza ter que ficar longe do seu marido heim... mas com certeza foi mt mais dureza ficar longe dos filhos né... pense que novembro passará rapidinho e logo todos estarão juntos e felizes...
    Beijos e boa viagem!!!!!
    Fabi

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  30. Taia, a discussão sobre racismo, ao meu ver, já é por si só uma atitude racista. O silêncio da mídia a esse respeito tornaria tudo mais simples, tiraria o medo das pessoas de usar uma palavra que pareça racista. Ou seja, se Ana Maria Braga tivesse dito "uma loira, uma ruiva e uma japonesa" não teria nenhum problema. Mas dizer "uma loira, uma ruiva e uma negra"... causa medo. De qualquer forma, o silêncio dela saiu muito pior do que se tivesse dito "morena", pois estava falando da cor do cabelo das meninas, e não da origem étnica.

    Aliás, já que tocou nesse assunto, o Brasil promove muito pouco a imagem das lindas mulheres da região cetro-oeste e norte do país, com pele e cabelo de herança indígena, natural do Brasil. Lá no sul, em Curitiba por exemplo, há muito descendente de índio, mas a mídia local só mostra os descendentes de alemão e italiano que vivem por lá. Isso é racismo, segregam ignorando uma das raças, pois ser descendente de europeu parece mais nobre do que ser descentente de índio.

    Grande abraço!
    Adriano

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  31. Oi Taia, mas já vai de novo? hehehe, boa viagem então!
    Beijos

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  32. Fabi, marido se vira bem...mas moramos num lugar tão difícil, fico realmente com dó de deixá-lo aqui. Mas também não posso abrir mão de estar ao lado das crias, é uma necessidade quase fisiológica...rsrsrs. Há de passar rápido. Beijocas e obrigada pelo carinho.

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  33. Adriano, eu já acho que a discussão é importante. Não só sobre racismo, mas sobre todo tipo de preconceito. E também acho que se a Ana tivesse dido: uma loira, uma ruiva e uma negra...não haveria nenhum constrangimento. O problema, a meu ver, foi "inha". Dizer negrinha, poderia soar como racismo, apesar de não sê-lo. Realmente a beleza do Centro-oeste e Norte ainda são pouco divulgadas, assim como as do Sul de origem indígena. Na faculdade onde eu trabalhava tinha uma gaúcha Kaigang lindíssima, daquelas de fazer o cabra quebrar o pescoço...rsrsrsrs. Beijocas!

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  34. Oi Néia, pois é, ando mais do que notícia ruim...rsrsrsrs. Beijocas! ;-)

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  35. Nossa, Naia, eu trabalho com gerenciamento de crise, você já está no nível de diretoria! Como dá conta disso tudo? Olha, parabéns!! Uma verdadeira "Wonder Woman!". Bjs

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  36. kkkkkkkk...tive que rir Mônica. Todas nós nos desdobramos para ter uma família legal e eu conto com o auxílio "luxo" da filhota mais velha. Beijocas!

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