Redirecionamento

sexta-feira, 26 de março de 2010

Johannesburg...


...você com certeza já ouviu falar. Ano de Copa, África na moda no Brasil e no mundo e aos poucos vai-se conhecendo mais sobre a África do Sul e o Continente Mãe. Passagem obrigatória para nós, seja para a Zâmbia ou para o Congo. Durante todos esses anos nos hospedamos no Southern Sun.

Dessa vez decidimos variar, nos hospedamos no Metcourt suites, que fica dentro do imenso complexo Emperors Palace. Além de quatro hotéis, há cinema, casino, lojas e restaurantes.

Fica a menos de 10 minutos do Aeroporto e há translado de 20 em 20 minutos. Guarita, segurança e privacidade.

Entrada.

Marido fazendo nossa saída.

Referências italianas e romanas.

Quarto moderno, arejado e confortável.

Olha o passarinho!!!

Almoçamos no Gold Rush, carne para o marido carnívoro e salada para mim acompanhada de carne é claro...estou tentando diminuir. Mas marido não ajuda. [Marido disse que é intriga da oposição e que ele não me atrapalha a diminuir com a carne. Será que ele disse implicitamente para eu criar vergonha?!].

Apreciando a exposição: The CODESA walk - A tribute to the Founding of South Africa's Democracy

Marido lindo. De dentro do Hotel há acesso para a praça de alimentação, tudo muito bonito e seguro.

Que céu (de mentirinha) é esse?! Sensação de final de tarde sempre.

Amei essas lanternas. Restaurante Chinês.

Davi!

Sentada na fonte.

E para arrematar, jantar à dois no Braza. Restaurante que serve culinária portuguesa, brasileira, moçambicana e angolana.

E essa parede maravilhosa? Amei!

Música ao vivo, Viva!

Ok, eu sei que prometi o post sobre a casinha na praia. Mas é que esse estava engatilhado na minha cabeça. Beijocas! Agora vou esperar o marido, acabamos de chegar no Congo e já foi trabalhar.

terça-feira, 23 de março de 2010

Marido...


...que tem boa vontade, habilidade e as ferramentas certas, deixa a esposa feliz da vida. [Devidamente paramentado com protetor auricular e óculos de proteção].

Meu menino trabalhou bastante nas férias, em Cuiabá ajudou ao pai à fazer uma cerca, em Nova Viçosa pintou um guarda-roupa, arrumou instalações da casa e pintou a sala, em Lavras pos na parede a coleção de Máscaras, instalou prateleiras, quadros e organizou a dispensa.

Quando alugamos essa casa, a primeira coisa que nos chamou a atenção foi esse espaço e a discrição. Muro alto e portão fechado.

Praticamente todos os ornamentos são africanos, com exceção do banco em madeira de demolição, a namoradeira vinda de Tiradentes, a mesa em bamboo feita pelo marido e o pequeno banco Karajá.

Vista total da coleção.

Os dois longos caminhos de quase quatro metros cada um emolduram a tela zambiana.

Na prateleira os quatro macaquinhos engraçados fazem companhia aos hipopótamos e ao crocodilo. As duas gamelas sobre a mesa estão entre as minha peças favoritas.

Nosso micro jardim.

Verde que te quero verde.

Orquídeas em vasos zambianos.

Na sala, a esteira Mehinako deu lugar a tela zambiana.

Cotidiano zambiano nas aldeias.

No quarto, marido instalou a pequena prateleira onde dispusemos alguns itens que me são caros, além do crochê feito pela minha avó que ganhou moldura.

Detalhe.

Nosso ninho ainda em construção...

...repousará sem nossos corpos por mais alguns meses.

O próximo post será sobre a casinha da praia que devagar vai tornando-se parecida conosco. Beijocas!

sábado, 20 de março de 2010

Chegamos...


...da praia. As férias estão acabando, sogro, papai e mamãe já foram deixados em casa e na quarta seguiremos rumo ao Continente Mãe. Tiramos muitas fotos que devagar vou compartilhando com vocês. Obrigada pelos carinhosos comentários e aos novos seguidores. Aos poucos vou pondo as novidades e as visitas em dia. Para começar a série de posts sobre as nossas férias no MT, BA e MG divido com vocês o click que fiz na orla de Nova Viçosa/BA. Beijocas, já estava com saudades disso daqui.

segunda-feira, 15 de março de 2010

100 seguidores...


...que delícia. Obrigada pelo carinho. Ainda estamos na praia, quando chegar em casa farei as visitas à todos. Beijocas sabor cajá!

sábado, 27 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Sessão...


...nostalgia despertada por dois fatos que ocorreram ontem. Primeiro li um texto da Laély em blog alheio, no caso o Bicha Fêmea e logo em seguida fui à escola da menina caçula para a primeira reunião escolar do ano.
Fiquei encantada com a fala apaixonada da Coordenadora Pedagógica da escola e lembrei-me do tempo em que eu atuava na Academia.
Com um público mais que seleto: Indígenas. Estudei faculdade de Matemática e Engenharia Florestal, abandonadas pelas constantes mudanças. Apaixonei-me por ambas as áreas, mas a licenciatura é uma delícia.
Trabalhei por três anos na UNEMAT, Campus de Barra do Bugres na Faculdade Indígena Intercultural, onde cento e oitenta acadêmicos indígenas mato-grossenses e vinte de outros estados ingressaram naquela que foi a primeira Faculdade indígena na América Latina, com mais de trinta etnias.
Vou me ater a essas informações, quem tiver maior interesse pode conhecer o site da Instituição. Hoje, tenho me dedicado somente à família e não me arrependo apesar de sentir saudade.
A mulher atual exerce uma dupla, tripla jornada de trabalho. Cuida dos filhos, do marido, da casa, trabalha fora, prepara o jantar, corre o dia todo e de noite tem que se transformar em "mulher nova, bonita e carinhosa...".
Só quem é mulher pode entender o que se passa na cabeça de outra, as dificuldades, os anseios, a culpa, a dúvida, são sentimentos constantes que nos acompanham pela vida toda. Nunca estamos 100% certa de que estamos certas, sempre achamos que poderíamos ter feito melhor.
Acho que Deus quis me jogar num balaio multicultural e multidisciplinar desde pequena. Comecei a andar ainda bebê até a adolescência pelas regiões Norte e Centro-oeste em companhia dos meus pais.
Nasci em Roraima, vivi no Amazonas, no Pará, em Goiás, no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e em Minas, fui para a Zâmbia e agora caí na República Democrática do Congo.
Minha vida nunca foi normal, minhas raízes sempre se esticaram mais do que a da grande maioria. E o que eu ganhei com isso??? Tolerância, conhecimento e respeito ao próximo. Ilustro esse texto com algumas passagens da minha vida acadêmica/profissional.

Tenho bastante material bibliográfico guardado, de vez enquando saio com um livro embaixo do braço.

Jornal da Faculdade Indígena. Esses foram diagramados por mim.

Meu Editorial.

Área de Ciências Florestais, ameeeeeeeeeeei o tempo que passei pela UFLA.

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Certificados de Etapas em que passamos no Campus e em campo (aldeias)






Gincana, índios X não-índios. No detalhe eu e Rivelino e embaixo eu e Nando (ele de menina e eu de menino, abafa).

Professor Marcos, eu e Rivelino.

Comemorando os 25 anos de Ciências Florestais na UFLA, eu e Emily.

Trabalhando. Eu, Elza e aluno Xavante.

Banco Karajá, um dos muitos artefatos indígena que temos em casa.

Esteiras Mehinako na varanda.

Na sala.

E agora o que fica além da saudade, é o reconhecimento.

Sou uma pessoa abençoada, vivida e rodada...hehehe. Mas eu gosto.

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