Redirecionamento

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Johannesburg...


...faz parte da nossa rota para o Congo. Praticamente todas as viagem que fazemos temos que primeiro ir para lá. Nesse ano, depois de anos usando o mesmo Hotel decidimos mudar para o Emperors Palace por causa da comodidade que ele oferece: quatro hotéis, cinema, cassino, lojas e restaurantes. Os hotéis tem corredores que os interligam a Praça de alimentação que por sua vez da acesso ao cinema e ao cassino. Tudo muito cômodo e luxuoso.

Dessa última ida ao Brasil optamos pelo Mondior, ficamos bastante satisfeitos.

Gostei desses vasos.

E desses também...rsrsrs.

Lounge que dá acesso ao Restaurante.

Investimento alto na iluminação.

Achei lindos os lustres.

Difícil é escolher o mais bonito.

Pobre Davi, tio Michelangelo deve estar se revirando.

Gostei disso e parece que eles também.

Parede do cinema dá vontade de levar para casa.

Comemos rabada no Braza.

Nosso quarto.

Achei interessante e relativamente fácil de fazer essa cabeceira em casa (dá para fazer de diversas cores e consequentemente ter várias cabeceiras).

Acho que marido ficou entediado, pois, não tinha um brinquedinho igual no City Lodge...rsrsrs.

Adoro a hotelaria sul-africana e pelo que pudemos perceber no shopping os itens para casa não são dos mais caros. Só para ter uma idéia na ida para o Brasil aproveitei para comprar umas coisinhas para o Recanto dos Capoeiras, não gastei mais que U$D 100.00 (esqueci de fotografar tudo), e por essa bagatela levei para casa:
  • duas almofadas de crochê com o enchimento;
  • um edredom de solteiro (single size só o duvet);
  • três capas para edredom com fronha (single size);
  • uma capa para edredom com duas fronhas (queen size).
Só para ter uma idéia, não consegui encontrar em Lavras o recheio para algumas capas de edredom que levei da Zâmbia para a casinha de Minas, tive que mandar fazê-los.
Gastei mais de R$ 700,00 por:
  • um edredom (queen size);
  • um edredom (double size);
  • um edredom (3/4) e um almofadão.
O trabalho ficou muito bom, tecido branco 100% algodão com duas camadas de manta acrílica...mas com essa diferença de preço, convenhamos!
Na volta do Brasil para nossa casinha do Congo aproveitei e comprei mais dois edredons (3/4) com as capas e fronhas (3/4) para o quarto do Raul na casinha da praia. Nossa, que confusão que fiz com as palavras. Acho que me empolguei Sorry!
Beijocas e boa ter...quarta-feira (o tempo está correndo demais)!


terça-feira, 27 de julho de 2010

Dizem que...


...se conselho fosse bom não era dado e sim vendido. Mas como essa será uma dica e não um conselho então está valendo...rsrsrs. Quando decidimos ir para Ouro Preto não tínhamos a mínima idéia de onde nos hospedar. A Katia do blog "Casos & Coisas da Bonfa" fez esse mesmo roteiro em junho e havia me sugerido um albergue, mas quando entrei em contato já estava lotado.

Depois de pesquisar na net e receber algumas negativas, a boa notícia veio da Pousada Laços de Minas. Restavam dois quartos para a data que queríamos. Negócio fechado, escolha acertada. Pudemos, desse modo usufruir de um lindo casarão do século XIX e nem por isso desprovido de conforto. Nosso quarto no pavimento superior tinha três românticas sacadas.

No refeitório um belo café da manhã nos esperava todos os dias com direito a pão de queijo, uma das delícias mineiras que mais gosto e de noite um caldo para dar energia e esquentar a alma.

Essa foi o nosso quarto, o quarto das meninas ficava no pavimento inferior e tinha o mesmo padrão, mas com duas camas de solteiro.

Detalhes. Espelho em madeira de demolição e luminária charmosa, no reflexo uma das sacadas.

Azul e verde em harmonia com a maçaneta em cerâmica.

Suspiros...quero lustres desses pela casinha de Minas. Sonhos e divagações.

Sob o teto temos esse visual.

Tem como não cair de amores?

Delicadeza em cada detalhe.

Prontas para sair.

O mesmo ambiente sem as três mosqueteiras.

Mais suspiros.

Tem como não ficar feliz num lugar desses? E o melhor, sabendo que o lado de fora não irá destoar. Passeios históricos não agradam a todos, no meu caso fico especialmente encantada sabendo que estou andado por onde homens e mulheres estiveram muitos anos antes de mim. Beijocas a todos, devagar coloco a visita aos amigos em dia e aos novos seguidores também.

*********************

Extra: Estava reparando que usei a mesma foto para iniciar os dois últimos posts...rsrsrs. Parece até que estou ganhando para isso...aiai. Mas com uma boa dica todos acabam ganhando né não?!


domingo, 25 de julho de 2010

Meu primeiro...


...contato com Ouro Preto não poderia ter tido melhor. Digo meu, porque marido e filhota mais velha já conheciam a cidade. Chegamos mais tarde do que esperávamos, mas com a reserva feita na Pousada Laços de Minas.

Acertamos em cheio na escolha, muito bem localizada, atendimento da melhor qualidade e excelente infra-estrutura. Farei um post específico sobre ela depois, super indico.

Tomamos nossos banhos e fomos tomar um caldo nas dependências da pousada.

Devidamente aquecidos pelo caldo fomos a um dos Restaurantes indicado pelo recepcionista. Escolhemos o Bené da Flauta e não nos desapontamos. Ambiente muito aconchegante e comida da melhor qualidade. Chegamos em pleno Festival de Inverno e a cidade estava com uma programação mais que especial.

Noutro dia, com olhos ansiosos fomos andar pela cidade. De cara fomos abordados por um guia (ele quem fez a foto), apesar do camarada parecer muito bem informado para prestar esse tipo de serviço não o contratamos. Minha intenção era ficar a sós com as meninas, isso porque tínhamos poucos dias para curti-las e colocar uma pessoa estranha em nosso meio estragaria esse desejo. Não sei se acertei na decisão, o fato é que talvez tenhamos perdido em conhecimento histórico, mas ganhamos em amor. Afinal Ouro Preto é uma cidade que teremos outras oportunidades de voltar.

Sendo assim fizemos nosso passeio tranquilos, sem a correria comum quando se está com um guia. Usufruímos da paisagem e da companhia das meninas.

Fomos almoçar num simpático restaurante chamado O sótão, comida saborosa, atendimento despretensioso e ambiente ultra agradável.

Depois que dispensamos o guia e demos uma volta na região central da cidade nos perguntamos e agora, para onde vamos? Confesso que senti um pouco de culpa nesse momento achando que poderíamos decifrar os enigmas da cidade sozinhos.

Mas logo percebi que havia feito a escolha certa, facilmente encontramos a Mina do Jeje que marido queria muito conhecer. Mina artesanal de ouro. Nunca havia tido essa experiência e gostei do visual apesar de ter ficado perturbada com o sofrimento imposto aos escravos que trabalhavam nela.

No outro dia fomos a Mariana de trem, passeio por belíssimas paisagens e abismos de tirar o fôlego.

A estação bastante charmosa foi uma boa surpresa.

Meu menino e minhas meninas curtindo cada segundo juntos.

Mas o interesse maior por Mariana estava na Minas da Passagem, marido queria muito fazer essa visita. Até parece que ele não desce uma mina subterrânea todos os dias...rsrsrs. Voltamos para Ouro Preto de ônibus.

De noite voltamos para Mariana que comemorava seu aniversário com três excelentes shows.

Começou com Sá e Guarabyra, passando por Flávio Venturini e depois 14 Bis. Para finalizar todos eles sobre o palco, cheguei a gravar um vídeo com a última música, mas esqueci na máquina da Gabi.

No sábado, depois de três agradáveis noites em Ouro Preto fomos para Barbacena onde minha mana e família vivem. Além de visitá-los tivemos a oportunidade de participar do Festival da Loucura e ouvir Ariano Suassuna na palestra "A loucura na Criação Literária". Muito, muito bom.

Para finalizar a noite fomos ao show de Zeca Baleiro, apesar do show dele parecer muito bom não conseguimos ouvir mais do que cinco músicas. Empurra empurra, gente mal educada brincando de trenzinho, briga e show parado por três vezes. Restou nossa indignação e a do cantor que estava visualmente chateado. Uma pena. Mas como Zeca é jovem, sabemos que não nos faltará outra oportunidade, assim como voltar a Ouro Preto para explorar museus e igrejas. Já os quatorze dias em terra brasilis foram todos das nossas meninas. Beijocas!

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Chegamos ao Congo...


...moídos. Marido já foi trabalhar e eu enquanto descanso, quebro coco...digo: organizo a casa. Porque é sempre assim hein? A casa estava cheirosa e arrumada, mas é só abrir a mala que num passe de mágica tudo se transforma e o caos se instala. Valei-me!
Mais tarde respondo aos recados e emails, vocês como sempre são uns fofos...beijocas!


terça-feira, 20 de julho de 2010

Made nas Gerais


Como bem colocou ontem a Daniele do blog "Da janela do coração" pequenos prazeres nos deixam felizes. Foi assim com o quadro que ganhei da Drix e com os mimos que a Ana me enviou. Tinha um sonho antigo, quase bobo. Ter uma penca de bananas e um molho de pimenta dessas que sempre vemos aqui em Minas. Já fui inúmeras vezes a Tiradentes e São João Del Rei, mas nunca havia comprado porque era um sonho que gostava de alimentar. Dessa vez decidi realizá-lo. Porque só agora acreditei ser o momento, esses adornos vieram para complementar à alegria que reina na nossa cozinha colorida. Despretensiosa, mas sem perder o charme. Simples, como convém a uma cozinha mineira. As louças assim como a bandeja em madeira de demolição já foi sonho consumado há mais tempo. Comprei contact amarelo para mudar a roupa da TV, mas não deu tempo. Até novembro ela continuará vestida de rosa.

Como a casinha daqui é alugada não furamos a parede revestida de cerâmica. Gostaria tanto de ter um paneleiro, mas é um sonho como tantos outros...para outra hora, talvez para quando tivermos nossa casinha definitiva aqui em Minas outro sonho, este um pouco maior.

A intenção era colorir todos os móveis, mas gostei do contraste e numa próxima vinda ao Brasil apenas passarei betume nos móveis já desbotados pelo tempo.

As cadeiras vermelhas ganharam almofadas de chita e a mesa amarela frutas entalhadas em madeira. A gamela veio da Zâmbia.

Para o quarto da caçula, um pouco de romantismo com o espelho cheio de flores.

E para melhorar a organização, marido pendurou vidros na prateleira inferior para acondicionar bijuterias e cacarecos.

Agora que realizei esses pequenos sonhos, adquiri outros. Lustre mineiro pela casa. Mas esse, só daqui a algum tempo.

**********

Nessa madrugada vamos para São Paulo, amanhã de tarde pegaremos nosso vôo com destino a África do Sul e na sexta-feira para o Congo. Estarei ausente até lá. Para os novos na área: RESPONDO A TODOS OS COMENTÁRIOS AQUI NO BLOG, NO PRÓPRIO POST ONDE FOI FEITO. Costumo linkar várias páginas, portanto quando a palavra aparece em laranja é só clicar em cima. Beijocas a todos!



segunda-feira, 19 de julho de 2010

Entre prosa & verso


Quem aqui nunca ouviu falar de Drummond, mineiro de Itabira, poeta brasileiro com uma vasta obra da melhor qualidade? E é através do poema "Quadrilha" que vou começar nossa prosa.

João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para o Estados Unidos, Teresa para o
convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto
Fernandes
que não tinha entrado na história.

É mais ou menos assim que nasce essa história. Através do mundo virtual conheci Laély, que conhecia Ana e que foi apresentada a mim. Não de forma direta, mas nessas muitas voltas que damos na teia virtual caí no Ana Sinhana. Observando aqui e ali a relação de carinho e amizade entre as duas tomei gosto por ambas. Uma pela escrita da melhor qualidade e outro pelo trabalho da melhor qualidade. Fato que não impede a primeira de ser arteira e tampouco a segunda de escrever muito bem. Admiração brotada em meu coração vou chegando de mansinho. Comentário vai, comentário vem. Emails trocados e pronto nasce uma nova amizade. Ana é mulher direta, quase "tinhosa", tem um charme despretensioso e cativante. Quem anda pelo território da moça sabe bem do que estou falando. Nessas trocas de emails um dia recebo um pedido que me deixou envergonhada. (Taia, quando vc vier pro Brasil, me manda seu endereço? [...] quero te mandar um presentinho). Mais de um mês depois, enviei o endereço num misto de alegria e desconcerto. Às vezes nos sentimos assim quando recebemos demonstração de afeto gratuita. Mas foi tão bom quando o pacote chegou aqui em casa tão delicado e cheio de "belezuras". Ana me enviou uma carteira fofa e um grampo de cabelo que bordejaram junto de mim por terras mineiras nesses últimos dias. A luvinha de maçã verde ficará guardada até a próxima vinda ao Brasil, filha mais velha que me perdoe, mas tem certas coisas que não podem ser divididas. No pacote veio junto um bilhete fofo numa letra miúda que combinam com os olhos da moça.

Frente

E verso de um mesmo carinho.

Para aproveitar a viagem encomendei da Ana, uma de suas especialidades: a coruja. Mamãe às vezes é chamada assim pelo meu pai. Apelido que ela odeia. Espero que a penosa ajude-a lidar melhor com o apelido carinhoso e nada mentiroso. A fofa chegou embrulhada em poás, estampa que eu adoro.

Vestida de fita métrica que remete a profissão de minha mãe, quase que a bonita não vai para o MT já que antes do vôo final resolveu aninhar-se em minha cama.

Olhando para o Divino que ganhei do marido, dei-me por conformada apenas com as imagens da penosa sabichona. Duas aves tão diferentes por certo não se dariam bem num espaço pequeno.

E assim com a coruja cheia de bossa e envolta em minha echarpe estendo a vocês, pessoas não menos importantes, o carinho que tenho por esse espaço virtual e pelas amizades nascidas aqui.

Beijocas e bom início de semana a todos.



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