...sob minha ótica o que há por fora do muro alto que divide o Condomínio onde vivemos e a cidade de Kolwezi. Em julho completará dois anos que marido está trabalhando aqui, porém diferentemente da Zâmbia não temos explorado o país. As péssimas condições da estrada e a insegurança são fatores que nos impedem de fazê-lo. Levamos uma vida bastante regrada em alguns sentidos: entretenimento, alimentação e amizades. Normalmente a cada doze semanas saímos para recarregar a bateria. Não vou dizer que seja fácil, mas para nós que somos pessoas de hábitos simples e caseiros isso se torna menos sofrido. Para mim, a maior dificuldade está na escassez de alimentos (variedade) e a saudade dos filhos. Mas temos uma casinha confortável, fazemos boas viagens, ajudamos nossa família e vamos realizando alguns sonhos aqui e ali. Não vou entrar no mérito geográfico/histórico, mesmo porque nem competência para isso eu tenho. Mas como boa fonte de leitura sugiro a Wikipédia e o Portal história Militar: El Grán Capitán. São várias fotos das vias principais e vicinais, a cidade é grande e o que mostro é apenas uma parte do que realmente é Kolwezi (tem áreas com muito menos infra estrutura). As fotos foram feitas ontem (domingo) por isso as ruas estão vazias. Em dia de semana a cidade fica repleta de gente por todos os lados. (Clique que as fotos crescem).
Guarda do Condomínio abrindo o portão para sairmos.
O asfalto é novo e a cada dia aparecem novas construções e vendedores ambulantes.
Rotatória em obra.
O trânsito é caótico, aqui vale a lei do mais forte.
De um modo geral os congoleses são pessoas gentis e receptivas.
Asfalto novo e meio de transporte utilizado na maioria dos países africanos.
Igreja.
Não sei como funciona a Lei do Trânsito aqui, mas capacete não é utilizado e as motos não têm placa.
Observe que tem residências grandes, mas com pouca manutenção.
Outra Igreja, comemorando o Centenário.
Mamãe carregando na "quicuembe" seu bebê.
Não me ative a arquitetura, mas há vários prédios interessantes em estado decadente de manutenção.
E aí, vai um corte de cabelo ou quem sabe um remedinho???
Meu menino.
Aqui compro frutas e verduras, a tenda foi posta agora. Atrás da prateleira tem um bebê que fica dentro de uma caixa.
De um modo geral os prédios comerciais são assim.
Roupa tradicional feminina.
Crianças.
É comum ver cadeirantes na rua.
Carrinho para carga, também usam bicicleta para entrega.
Igreja.
Roupa tradicional masculina.
Pintura.
Adoro esses ônibus.
Asfalto só na avenida principal.
Encontramos um açougue simples mas com carne fresca e bastante asséptico. Esse senhor estava do lado de fora tentando vender sua carga viva. Não resisti e pedi para fotografar.
Esse outro fez um carrinho bastante interessante para locomover-se. Pedi para fotografá-lo e ele fez pose. Muito simpático.
Flores, adoro! Apesar das dificuldades os congoleses correm atrás do prejuízo e trabalham da maneira que conseguem. Podem acreditar, a vida já foi muito mais difícil para eles.
De volta a nossa redoma.
************
Beijocas a todos e um bom início de semana.
