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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Nosso domingo...


...começou com um gostoso café da manhã.

E um tour rápido pelo Ramses Hilton Hotel enquanto aguardávamos nossa guia.

Vista parcial do salão onde é servido o café da manhã.

Piscina, não tivemos tempo nem de molhar os pés.

Nossa guia pontualíssima, às 08:00 já nos aguardava para começar o dia. Fomos ao Mit Rahina Museum onde ficam as estátuas do Ramses II.

Dentro da estrutura mostrada acima fica essa escultura do Ramses II.

Marido pirou. Ele adorou esse "cabra" e agora só se auto intitula assim: Faraó Ramses II rsrsrs isso porque a cada dez egípcios, nove perguntaram se ele também o era...rsrsrsrs.

[As pessoas já o abordavam em árabe e na joalheria que fomos no sábado (Mamluk Jewellery) o atendente achou que nossa guia fosse à senhora Assunção. Isso porque a louca aqui estava perdida olhando tudo, enquanto o marido acompanhado pela guia mandava fazer o cartucho com nossos nomes. Vai dar moleza, vai...rsrsrs]
Voltando ao Ramses II, ele foi o único faraó que mandou fazer diversas esculturas dele próprio, como diz marido: não havia máquina fotográfica na época né?! Rsrsrs.
Acho que ele sofria de Narcisismo. Abafa!
Pezinho direito à frente para ficar igual ao Grande Assunção...ops...Ramses II.

Esfinge. Esse foi praticamente o único lugar onde avistamos brasileiros.

O Museu a céu aberto fica ao sul do Cairo devidamente delimitado, é uma região simples como vocês podem observar pelas imagens.

Frutas vendidas em bancas.

Meio de locomoção! Eu gostei...para eles é claro.

Mulheres trabalhando fora, cena rara de se ver.

Qual o nome desse carrinho???

Correndo do sol. Até os animais sofrem com o calor excessivo.

Terminado o passeio seguimos para a Carpet School (não pode ser fotografado), onde se ensina as crianças e adolescentes o ofício de tecer a arte milenar dos tapetes egípcios. É de encher os olhos ver pequenas mãos mover-se com tanta agilidade entre fios de seda. Conhecemos todo o processo, desde a remoção da seda do bicho-da-seda até a tecelagem. Depois das devidas explicações seguimos para o pavimento superior onde ficam os tapetes. O espaço é imenso e guarda um valioso tesouro. Para ter-se idéia um tapete de 1.20 m x 80 cm custa em média U$D 1,800.00 (sem chance). Confesso que fiquei mais interessada pelo processo em si do que pelas peças prontas, lindíssimas, diga-se de passagem. Fiquei imaginando eu fazendo todos removerem os calçados para entrar em casa...rsrsrs. Até que marido acordou-me e disse que era uma peça para por na parede. Piorou aí que perdi o interesse mesmo. Saímos de lá sem nada.
Enchendo nossa guia de perguntas, descobrimos o óbvio. Assim como acontece em toda parte do mundo, o grosso do lucro fica com os atravessadores e não com os artesãos. Sorry, não apoiamos esse tipo de comércio onde poucos são beneficiados.
Seguimos viagem para o Imhotep Museum & Saqqara, belíssimo lugar construído em homenagem a Imhotep.

Assistimos a um vídeo da National Geographic. Depois nossa guia explanou sobre o modelo 3D do complexo funerário.

Terminada a exibição do vídeo e o tour pelo museu, fomos conhecer Saqqara um vasto cemitério egípcio.

Sol escaldante e um lugar enorme para conhecer.

Ainda bem que havia levado minha pashmina, caso contrário estaria literalmente frita.

Aqui fica a Djoser composta por seis degraus e tida como a primeira pirâmide construída no Egito. Marido entrou, eu saí fora depois que vi um coroa brasileiro esbaforido saindo lá de dentro.

O grande momento estava próximo, lá pelas 14:00 horas fomos levados às Giza Pyramids. Valeu à pena esperar. De cara, a grande Pyramids of Cheops. É de cair o queixo. Antes de qualquer coisa fizemos a foto para a Cíntia, depois da promessa cumprida seguimos a admirá-la.

Logo em seguida, surge Chephran, aquela que tem uma parte rebocada em cima (que os arqueólogos de plantão não me ouçam rsrsrs).

E depois a pequena Mycerinus que de pequena não tem nada e ao lado dela mais três pirâmides menores. Segundo nossa guia, são mais de noventa pirâmides esparramadas pelo Egito. Sendo que as três que conhecemos são as maiores e as mais famosas.

Estávamos exaustos, com fome, com calor, com sede, mas valeu o esforço. Quando achávamos que havia acabado, num outro lado da Chephran (a do reboco) avistamos a esfinge de Giza. Desse ponto dá para ver as três bonitinhas mais a esfinge.

Ai que coisa mais cute, cute!!!

Marido que nem pinto no lixo brincando.

Ficamos ali admirando tanta beleza.

Registrando para a posteridade nossa passagem seguindo as pegadas de grandes homens.

Já sem aguentar manter meu corpo (diga-se de passagem, bastante avantajado) em pé, seguimos para o Restaurante Caviar, com vista para as pirâmides. O crescimento desordenado do lugar fez com que a cidade praticamente adentrasse ao espaço reservado a elas.
Depois do almoço, já refeitos seguimos para uma loja de roupas e artigos em geral. Lembram-se que eu havia dito ter esquecido meu biquíni no Brasil? Imagine comprar um, sendo atendida por uma mulçumana? Não consegui me conter, ri muito dos modelos horrorosos e da cara de vergonha da menina que me atendia. Marido fazendo cara feia de longe e eu me matando de gargalhar. Foi mais forte do que eu. Depois de muito rir e revirar a banca de biquínis medonhos, consegui encontrar um preto...a parte debaixo, bem é melhor nem falar dela.

Saímos de lá para uma loja de quadros de Papiro, vimos uma demonstração de como é feito a tela a partir da planta e depois fomos admirar a loja. Aí é que a porca torce o rabo. O que é aquilo?! Ficamos encantados, pena não poder fotografar alguns lugares. Tem coisa que só podem ser vistas pessoalmente. Fazer o quê? Depois de muito namorar tudo, consegui escolher uma peça linda representando o amor entre homem e mulher.

Fiquei apaixonada.

Marido foi mais rápido do que eu e rapidinho escolheu um que representa a família. Mandou escrever o nome de nós cinco em hieróglifo e pronto. Eu, mais perdida que bala em tiroteio continuei lá ensandecida olhando tudo. Marido mais uma vez mandou que escrevessem na tela em que escolhi nossos nomes e embaixo AMOR ETERNO. Ah como eu amo esse homem.

Acabamos ganhando três telas menores com os nomes das crianças em hieróglifo e seus respectivos signos.
GABRIELA.

RAUL.

NATACHA.

Para finalizar o dia mágico que tivemos fomos a uma perfumaria Egípcia. E num tal de passa e cheira e passa de novo e cheira de novo, saímos de lá com quatro frascos. Uma essência mais cheirosa que a outra, pode ser usada diretamente na pele ou em queimados de essência. Amei!

Voltamos para o Hotel onde fomos novamente jantar no Windows on the World e nos preparar para o próximo vôo na manhã seguinte, dessa vez o destino foi Sharm el Sheikh.

Continue conosco nessa aventura em terras egípcias. Beijocas e bom início de semana.


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