...meu ninho. Tem sido cada dia mais difícil sair dele. A temperatura tem baixado e da uma preguicinha sair da cama para ir caminhar. Coloco o celular para despertar ali pelas sete e fico pelo menos uns trinta minutos 'fingindo de morta'.

Rolo pra lá, rolo pra cá e levanto como se a 'bunda' pesasse uma tonelada. Sigo literalmente me arrastando e só desperto depois de uma ducha e uma xícara de café forte. Ai sou outra pessoa, cheia de energia (Menos, bem menos).

Sábado cometi um delito, atravessei sorrateiramente a rua e 'roubei' cravos do vizinho. Tá, eu sei...é feio. Mas não resisti. Mea culpa! Tá uma seca 'duszinfa', eu tenho umas plantinhas aqui na frente que mais parecem rúcula e só, minhas orquídeas o jardineiro fez o favor de arrancar.
Meu J'adore acabou e virou um mini vasinho.

Casa é um negócio tão bom...uma redoma, um ninho, um casulo. Sou muito caseira e ligada na energia da casa, tô sempre procurando deixá-la menos impessoal, já que todas as casas aqui são praticamente iguais. Deixo meus livros, meus chás, as louças expostas. Frutas no balcão. Cheirinhos, velas e incensos. E nós, só nós!
Bendito Lar de todos os dias.
Beijocas!
"Tenho fases, como a Lua; fases de ser sozinha, fases de ser só sua". (Cecília Meireles)






