...pelo Cairo começou no Mercado popular Khan el Khalili em busca de uma pedra para a Josi, trouxe um basalto (cinza) em forma de escaravelho (Scarabeus sacer) que era adorado pelos antigos egípcios. Lendo um post sobre a coleção de pedras que ela tem, acabei tendo uma grata surpresa ao saber pelo pai da moça (li nos comentários do post...rsrsrs) que o mineral faz parte da história da família.

Percorri as ruelas do mercado focada, nada de bugigangas. Já passei dessa fase de desbunde...rsrsrs. Queria batas para as meninas.

Na dúvida trouxe mais longas que podem se transformar em vestido ou cortar e diminuir o comprimento para usar como bata.

Já deu para notar que eu gosto de azul né?!
Para o Raul poucas opções, a menos que ele quisesse uma daquelas roupas tradicionais usadas pelos egípcios. Mas achei tão, tão simpática essa camiseta.

Detalhe do elefantinho.

A bolsa da Gabi já havia mostrado no post de ontem, hoje mostro só os detalhes. Não são fofos os camelos?

Já em Sharm el Sheikh compramos duas máscaras para enriquecer a coleção do marido.

E para nossos pais, mano e cunhados: chaveiros. Tudo bem simples, a cada viagem levamos algo para a primeira, segunda e terceira geração...rsrsrs. Pais, irmãos e filhos.

Já em Johannesburg marido comprou óculos da Oakley lindão e relógio da linha G-Shock da Casio. Gato, muito gato esse meu menino.
O relógio no detalhe.

Para as noites frias comprei um pijama de flanela e meias de vaquinha...adoroooooooooo!

Nossas máscaras de snorkel para treinar na piscina do condomínio para as próximas oportunidades de mergulho que tivermos.

Além dos papiros e essências, isso foi o que aumentou nossas mochilas que juntas não somaram 25 Kg...controladíssima essa mulher...rsrsrs. Mudando de saco para mala, há três dias Clémentine não aparece, está com febre, mas não consegui saber maiores detalhes. Estou preocupada. Preferi ficar sozinha nos dois primeiros dias, mas hoje não teve jeito. Mandaram-me um "papá" de no mínimo 60 anos e 1.50 m de estatura para fazer a limpeza. Fiquei envergonhada, uma bruta mulher do meu tamanho sendo servida por um senhor que poderia ser meu pai. Mas tem coisas que fogem ao nosso domínio e tive que aceitar, não posso intrometer-me na rotina dos empregados.
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Pessoas...daqui a menos de três semanas estamos aterrizando no Brasil para cobrir a molecada de beijos. Vamos para o Recanto dos Capoeiras. Que máximo, não vejo a hora. Preciso dessa injeção de ânimo para encarar mais três meses na RD do Congo. Rapadura é doce mais não é mole não Xo'mano! Beijocas a todos e boa quinta-feira! Cruzes...como o tempo está voando.







