José, Maria e o menino Jesus a “Sagrada família” que temos como exemplo deixou para nós o sentido do Amor e da doação.
Talvez José tenha sido o primeiro homem que entrou para a história por criar um filho que não era seu e desde então a história vem se repetindo.
Essa é a minha história, mas pode também ser a sua. Vim ao mundo através de um suposto grande amor que teve início, meio e fim.
O início foi lá pelos idos anos 60, mamãe com então 28 anos lutou contra a família pelo “homem de sua vida”.
Não recebendo apoio, fugiu. Ficou seis longos anos sem dar notícias para a família. Quando voltou, já com duas crianças a tiracolo (minhas irmãs), foi recebida de braços abertos, assim como a parábola do filho pródigo (Lucas 15:11-32).
Meus avós jamais nos abandonaram, muito pelo contrário. Encheram-nos de carinho. E apesar deles terem partido há bastante tempo, só tenho boas recordações.
O grande amor de minha mãe se desfez vinte anos depois, através de uma carta. Creiam, através de uma carta. Choro, desespero, mágoa, recomeço.
Mamãe virou do dia para a noite pai e mãe, e nunca, jamais, deixou que faltasse nada a suas três filhas.
Depois de alguns anos foi para Minas casar a filha do meio e na volta, dentro do ônibus, conheceu meu pai. Aquele que está até hoje ao lado dela.
O homem que terminou de me criar, que recebeu nos braços cada um dos netos. Nenhum deles conheceu o avô biológico.
A história se repetiu comigo, depois de dez anos de relacionamento, três filhos, o fim chegou. A vida amorosa de uma mulher tem que acabar por aí?
É evidente que não.
Meu menino chegou de mansinho. Pegou-me para si. Pegou também meus três adoráveis pequenos que hoje estão crescidos, bem criados e felizes.
E porque estou escrevendo isso, porque me expor assim?
Porque tenho um filho que está assumindo uma família. Uma família que já começará com um adorável bebê.
Que não tem nosso sangue, assim como eu não tenho o sangue de meu pai, assim como meus filhos não tem o sangue do meu marido, assim como Jesus não tinha o sangue de José.
Quem foi que inventou que os laços só vêem através do sangue? Se fosse assim os órfãos estariam fadados a não ter família, a não ter uma segunda chance.
Deixo aqui meu testemunho de que SAGRADA FAMÍLIA é uma família feliz, bem estruturada, com um matrimônio saudável. Onde haja além do amor, respeito mútuo e admiração.
Seja ela biológica ou não, hetero ou não. Viva a diferença!
Porque ser diferente muitas vezes pode significar ser igual. Igual a Jesus.
Esse texto é para todos aqueles que acreditam no poder de transformação através do Amor. Meus filhos têm três famílias, a minha, a do meu marido e a paterna. Escolhemos SOMAR e não dividir.
Vou ali no Mato Grosso buscar uma nova Sagrada Família que está começando, e que todos os anjos digam Amém!
(Elielson P. de Assunção)
Foi assim entre números e equações
Entre diferenciais e integrais
Foi assim com problemas e soluções exatas
Assim na logica e na razão
Ali entre teorias e teoremas
Com pontos máximos e mínimos
Com zeros absolutos
Bem ali estava ela
Meu anjo no céu azul
Para cuidar de mim
Minha guardiã
Para me proteger
Sol da minha vida
Para Iluminar meu caminho
Foi assim no mundo logico complexo da razão
Que ela apareceu em minha vida
Mamãe, eu e papai.
Verão de 2009, indo para Nova Viçosa/BA.
Raul, marido e eu contemplando o Rio Peruípe.

Raul e Natacha em Livingstone.
Natacha, marido e eu em Matupá.
Romance.
Papai apaixonado.
Nosso casamento.
Domingo na praça em Lavras.

Primeiro game safari em Ndola.

Carinho de irmão, verão 2010 em nova Viçosa.
Em Roma.
Vaticano.
Paris.
Veneza, papai coruja.
Amor de irmãs.
Humor é fundamental.
Chicletes.
15 anos da caçula.
Em Ouro Preto, passeio cultural.
Show do 14 Bis, Flavio Venturini e Sá e Guarabira em Mariana.
Chegando em Mariana, marido e suas meninas.
Carinho na careca, Tiradentes.
Meus amores.
Lindos.
Essa foto é demais.
Cheiro no cangote.
Coisa boa é ter irmãos.
Contemplação.
Cheiro de maninha.
Mais cheiro.
Cheiro de papai.
Clarice minha mana, meu pai, minha mãe e eu.
Sou coruja.
Que ombro bom.
Lindas.
Vida mansa.
Paixão gravada na pele.
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Hoje estou na Bonfa.
Beijocas cheias de AMOR!



