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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Acredito nas pessoas...


...e que estas podem sim fazer a diferença. Cada qual fazendo sua parte, a que lhe cabe ou a que esteja dentro de suas possibilidades. Nesses anos vivendo na Zâmbia, tivemos oportunidade de conhecer também o lado mais pobre e triste de um país com grande potencial econômico e que tem buscado a Paz. Zâmbia se destaca nessa área, diferentemente de seus vizinhos Zimbabwe e Congo (onde marido vive e trabalha). A comunidade sul-americana que lá vive, composta por brasileiras e peruanas (e uma espanhola que se considera zambiana) se reúnem mensalmente e angariam fundos para um orfanato local, onde são abrigadas cerca de 30 crianças. A espanhola citada chama-se Teresa, vive há dez anos na Zâmbia é casada com o Gonçalo também espanhol e que vive por lá há vinte e cinco anos. Ambos são voluntários e têm três lindos filhos Ivone, Manoel e Samuel. Os dois primeiros do Malawí e o terceiro zambiano, sendo que este tem apenas três meses, a história de vida deles é de extremada dedicação ao próximo. Saíram do conforto de seu país de primeiro mundo para viverem em um país africano e lá construíram sua família. Minhas filhas trabalharam como voluntárias e meus sogros e cunhado que nos visitaram por dois meses também deram sua contribuição. Tenho também alguns amigos que trabalham em Ong´s internacionais e que foram para países da África, uma delas Nara está no momento trabalhando na Namíbia. Obviamente não precisamos ir tão longe para constatar pobreza, violência e tantos outros males que atormentam o mundo. Precisamos urgentemente de pessoas de boa vontade, que obedeçam as faixas de pedestres, diz obrigado e pedem licença. Gente de verdade, que não se acomodam em seus sofás e que sejam capazes de vislumbrar algo maior. Podemos fazer a diferença, em nossa comunidade, na igreja, em nosso bairro. Há várias maneiras de se doar ao próximo. Façamos nossa parte!


Mpalo, lindo bebê.

Filhotas e o trio Nancy, Mpalo e Juliet (da esquerda para a direita).

Minha sogra querida Dona Chica, Mpalo e cunhado Francis, que também trabalhou no orfanato como voluntário.

Natacha e Mulenga.

Mpalo e Francis.

Natacha e crianças, ao seu lado Barbra que Graças a Deus e aos homens de boa vontade conseguiu uma família.

Gabriela e vó Chica (minha sogra prepara mensalmente um sopão para as crianças carentes de sua comunidade, as pesa e prepara multimistura).

Crianças rezando.

Natacha e Nancy.

Professoras, crianças e filhotas. A moça da esquerda chama-se Susy e perdeu seu bebê para a malária, doença que acomete adultos e crianças.

Meu sogros, Eliseu e Francisca.

Docas e Gabi.

Natacha e Kalembelembe.

Mpalo e Gabi.

Belo sorrisão do Peter e lindo bico do Simon...rsrsrs.

Bebês rezando.

Na cozinha.

Peter e Natacha.

Gabi e Kalembelembe.

Gabi entre as crianças.

Gabi e Mpalo.

Soneto: CRIANÇA DE ORFANATO (Creusa Lima)

Semblante que ao medo venceu, por si, desatino! riso de menino, certamente, viu, dia nenhum! na segurança do lar – mãe e pai em dia algum!

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