...em família. Estamos com saudade dos filhotes, das nossas coisinhas, da comida, do português, das nossas cadelinhas, de tudo. Filhota mais velha mandou algumas fotos da casa de Minas, juntei com mais algumas que temos aqui e fiquei observando como juntamos tantas coisas no decorrer dos anos. Peças compradas aqui e ali, ganhadas de familiares ou amigos queridos. E desse modo vamos escrevendo nossa história, dando personalidade a nossa casa e construindo nosso Ninho.
Essa é a nossa varanda/garagem que faz as vezes de hall e tantas outras utilidades que damos a ela. Nela a coleção de máscaras africanas, nossas plantinhas, mesa de bamboo feita pelo marido, banco de demolição que ganhei da filha mais velha no dia das Mães de 2005, nossa namoradeira que foi para a Zâmbia e voltou para Minas, sua terra de origem. Tambores africanos, esteiras Mehinako junto da viola de cocho para não esquecer de nossas raízes matogrossenses, tudo junto e misturado dando boas vindas a todos. Mostrando que ali vive uma família que valoriza a diversidade étnica/cultural.
Na sala de estar, rosas colhidas no jardim são iluminadas pela luminária que ganhei das crianças no dia das Mães de 2009. Pufes marroquinos divide espaço com as cadeiras, mesa e girafas zambianas entalhadas na madeira. Filhos, risadas, cadelinhas, namoro, leitura, internet, leite quente, cafuné.

Corredor cheio de quadros zambianos e egípcios junto da Sagrada Família que abençoa nosso Lar.

Cozinha colorida pelas mãozinhas das meninas e pelas minhas, mesa amarela com cadeiras vermelhas. Comidinha caseira a espera da família em torno da mesa.
Quarto de casal para o descanso e para o amor. Filhotes nos acordando aos domingos, caindo da cama que ficou pequena para o tamanho das crias. Mas nos apertamos e continuamos mantendo esse hábito tão gostoso.
Quarto de menina-moça que vai virando mulher, dengosa e danada. Quando a mamãe vem para o Congo adivinhem para onde ela migra?! Esparrama-se na cama dos pais acompanhada pela Fúh a mascote mirim da casa.

