Redirecionamento

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Há um ano...


...nos preparávamos para sair do Golf Club para vir morar aqui na Vila. Esperamos quase meio ano para que isso acontecesse. Não que fosse ruim no Golf, muito pelo contrário. Tínhamos um vista incrível, mas me faltava um fogão. Durante meses cozinhei num microondas, situação que me deixava P#%@. Nossa qualidade de vida melhorou muito depois que viemos para cá, em seguida veio a Vera, depois a Renata e amanhã chega a Camila. Seremos o quarteto fantástico e isso faz com que a vida fica mais fácil pelas bandas de cá.
Mas tem coisas que são difíceis de superar, uma delas é o medo de pegar malária. Vivo às voltas com baygon, janelas e portas fechadas nos momentos de pico e nos faltava um mosquiteiro.
A empresa nos arrumou um, mas daqueles que fica encostando no pé...uma coisa horrorosa. Nessa última ida para a Bahia, aproveitei para trazer o mosquiteiro que eu havia feito quando morava na Zâmbia.

Modelo retangular, muito mais confortável. Não ficou fofo como era, isso porque faltam as armações para deixá-lo esticadinho. Mas certamente ficarei mais tranquila.

Para quem não conhece nosso esconderijo.

Essa é nossa salinha

Gamela artesanal trazida da Zâmbia.

Trouxe o abajour do quarto para a sala. Adoro luz indireta.

Ao fundo a cozinha, os móveis são da Companhia. Já conseguimos enchê-la de objetos pessoais, quero ver na hora de ir embora como vai ser.

É aqui que me divirto.

E é aqui que leio e escrevo.

A leitura do momento é "O 11° Mandamento" de Abraham Verghese, um romance épico vivido na Etiópia com personagens indianos. Ainda estou na página 125 das 616. Para complementar o livro de bolso "Os 300 erros mais comuns da Língua Portuguesa" do jornalista Eduardo Martins falecido em 2008. Estou sem corretor ortográfico, a versão do meu Microsoft é em inglês e daí já viu né!

Obrigada pelo carinho pessoal, ontem ficamos sem net. Portanto fiquei impossibilitada de retribuir as visitas.

Beijocas!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Dia a dia


Comecei a pôr a rotina em ordem. No dia em que chegamos, (sexta passada) recomeçamos as aulas de Francês. Ontem dei início a caminhada matinal e fui ao mercado com as meninas, voltei com as sacolas cheias de carne branca, isso porque marido decidiu abolir o consumo da carne vermelha. Ele, eu não. Já tive duas hepatites e sinto-me fraca se não ingerir um 'bifão' a cada dez/quinze dias.
Para o jantar peixinho cozido no leite de coco com farinha de milho...Adoro!

Almoçar sozinha é dose, fiz sopinha de cogumelo com passas.

Ontem marido voltou a dar aulas de Capoeira e queria de todo modo que eu fosse. Não fui. Quer dizer, fiz birra para não ir porque removi um lipoma do braço direito e recebi dois pontos. A região ainda está muito dolorida, mas de nada adiantou minhas 'chorumelas'. Fui de vestido e galocha para ver se conseguia persuadi-lo, mas nem isso adiantou.

A contra gosto fui, aproveitei para fazer algumas fotos. O que será que Arthur queria falar?

Renatinho.

Começando a roda.

Marido trouxe as abadás para as crianças nessa última viagem. Imagine a felicidade deles.

Bruno e Leandro, ao fundo marido babando.

Marido e Renatinho.

Ele tem futuro.

Leandro e marido.

Arthur e marido.

Bruno e marido.

Marido tem que jogar com todos e aiaiai se jogar mais com um do quê com outro...rsrsrs. Talvez na semana que vem eu recomece.

Beijocas!

terça-feira, 3 de maio de 2011

A seca chegou


E o que estava assim.

Vai voltar a ficar assim.

Um horror. Hoje comecei a fazer minha caminhada, não na esteira, mas ao redor do Condomínio. Aproveitei para trazer para casa 'margaridas do mato' que começam a surgir nessa época. Recolhi essa garrafinha de cerveja não sei onde, achei fofa. Nem sabia que existe cerveja light.
Errata: um(a) colega anônimo(a) que passou por aqui me corrigiu, não se trata de cerveja e sim de uma Cidra sul-africana...rsrsrsrs. O pior é que está escrito em letras garrafais...eita nóis! Valeu anônimo, só faltou o 'nominho' seu né?!

De Johannesburg trouxe outro vidro de essência de frangipani.

E no vidrinho que findou, coloquei flores.

Minha pele nessa época fica pavorosa, só mesmo muito creme para deixá-la menos seca. Quando saio à rua sinto-me como um frango passado na farinha de rosca pronto para fritar. Ninguém merece. Serão aproximadamente seis meses de seca. Não há o que fazer, o negócio é encarar.

Beijocas e boa terça!

Quem quiser plantar saudade,
escalde bem a semente
e plante na terra seca
em dia de sol bem quente,
pois se plantar no molhado,
ela nasce e mata a gente
(Antonio Pereira)

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Coisas para meninas


Nossas idas ao Brasil são sempre corridas e cheias de trabalho, afinal são duas casas para dar conta, médicos que nos encaminham para os exames de rotina, atenção destinada aos filhos, reunião na escola, etc... As saídas à rua se resumem a comprar parafusos, tintas e outras coisas destinadas ao Lar e à prole. O máximo que conseguimos fazer dessa vez foi uma visita a Hering para comprar algumas pecinhas básicas. Sendo assim, aproveitei a passagem por Johannesburg para comprar umas frescurinhas para mim e para as meninas que só as receberão na nossa próxima ida para casa.

Na ida comprei uma pinça preta para a caçula da La-tweez, LUXO, PODER & GLÓRIA rsrsrsrs. A menina mais velha ficou com 'os olhos espichados' e agora na volta comprei uma para ela também, na cor branca. A belezura tem Cristal Swarovski para acender o Led que é um dos diferenciais da pinça.

Cheirinhos novos para mim, afinal são quatro meses pela frente e cangote cheiroso e tudo de bom, Flower by Kenzo e Euphoria by Calvin Klein. Adoro!

Para não correr o risco de perder um vidro de perfume devido as normas internacionais de segurança nos vôos, nada como os práticos mini frascos da Travolo que armazenam cinquenta borrifos.

São bastante práticos e charmosos.

Da Accessorize vieram a pequena carteira onde coloquei moedas e o chaveiro Coruja.

Por dentro a fofa é rosa...suspiros!!!

Tiaras para domar a juba de leão, imaginem daqui a quatro meses como estarão. Pensando bem, é melhor nem imaginar.

A caçula gostou da minha bolsa que apareceu timidamente nesse Post, comprei essa parecida para ela. Resistente, grande e bem feminina.

Para a menina mais velha, discreta e nem por isso menos romântica, comprei essa tipo sacola. O detalhe fofo fica por conta do coração e das poás que combinam com a MINHA pashmina.
Ok, I know! Pashminas são feitas de lã de cabra, mas como não sei se chamo de lenço, echarpe ou sei lá o que, tudo que ponho em volta do pescoço chamo de pashmina...e tenho dito!

Adoro bolinhas e bolotas.

So cute!!!

Nada como começar a semana com algumas frescurinhas. Já coloquei a casa em ordem, trouxemos pouquíssimas coisas, dois pacotes de feijão preto, dois de farinha, alguns chocolates e nada mais. Devagar tem aparecido mais opções nos mercados daqui e acaba que vamos nos adaptando aos novos sabores. É a vida!

Beijocas pessoal, saudades daqui. Tenham paciência, devagar eu chego para visitá-los.

Errata: Esqueci de citar e fui lembrada pela Vanusa, trouxe café também...rsrsrsrs.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Malhação em família


Nessas férias aproveitamos para fazer um 'checkup' geral. Resultado: marido hipertenso e eu com colesterol elevado. Obviamente eu já esperava isso por causa do meu excesso de peso. O lance agora é correr literalmente atrás do prejuízo. Vale qualquer tipo de exercício aeróbico. Marido, que segundo o médico tem um excelente preparo físico (eu sei, eu sei disso faz tempo), decidiu cortar a carne vermelha. Em casa ele não perdeu tempo.

Malhou com a caçula.

Enquanto Gabi pulava corda (ela é a melhor de casa nessa modalidade).

Brincou no mini pula-pula.

Enquanto Gabi brincava com o saco (ela treina boxe).

Com o menino do meio iniciou as aulas de Jiu-jitsu.

Meninos brincando.

A Fú, nossa mascote, foi castrada e estava se recuperando ao sol.

No domingo de Páscoa marido e eu escondemos os ovos de chocolate como de costume.

Só deu moleque correndo.

Procurando no armário da cozinha.

No quarto da mana mais velha.

Dentro da máquina de fazer pão.

Onde escondemos o ovo da caçula.

Mas quem só encontrou na base do 'tá frio' 'tá quente' foi a Gabi.

A criança mais levada da casa.

Nossas férias foram de muito trabalho, muitos exames, surpresas e lágrimas. Quando eu me sentir mais a vontade decido se compartilho ou não com vocês. No mais a viagem de volta para o Congo foi muito tranquila, conseguimos deixar tudo organizado no Brasil e agora esperaremos até agosto, quando iremos para o MT visitar nossos pais.

E a vida segue e se tem algo que não tenho medo é da vida.

Beijocas pessoal!

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